Mostrando postagens com marcador filmes. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador filmes. Mostrar todas as postagens

5 filmes que você deveria assistir

Assistir a certos filmes que não estão presentes nos principais sites de cinemas ou até mesmo nunca foram para suas grandes telas é semelhante a uma aventura. Pouca gente, de fato, já contemplou suas cenas ou outras simplesmente nunca ouviram falar sobre e nem faz ideia dos nomes pertencentes ao elenco e só resta você, em frente à tela do computador ou televisão, com uma certa insegurança acompanhada uma feição de interrogação prestes a embarcar em um história que a única evidência de ser possivelmente boa é através da sinopse (e convenhamos, algumas mentem). 

E é por isso que listei alguns filmes que não são considerados um Titanic ou Dirty Dancing da vida, mas que podem te fazer sorrir e até mesmo chorar durante a aventura desconhecida que, caí entre nós, você vai ficar curioso em desfrutar. 

 Eu sem você ou Me Without You clique aqui para assistir ao trailer

Como principais personagens, Michelle Williams e Anna Friel atuam Holly - amante de livros, com pais protetores e notas razoáveis - e Marina - resumida em drogas, instabilidade e auto-destrução - na década de 70. Ainda pequenas, as duas fazem um pacto de amizade que perdura por anos, mas que vai se desgastando com à medida que os calendários são trocados e mostra como tal laço pode ser tornar um empecilho na vida de ambas. 

É um filme para odiar e amar, vou logo dizendo. Não sei ao certo qual sentimento você irá ter com o rolar dos créditos, porém, só pelo falo de sair do clichê sobre "vamos ser melhores amigas para sempre" além daquele sotaque britânico já vale os minutos gastos.


Estrelado por Hugh Dancy (o mocinho de Os Delírios de Consumo de Becky Bloom) e Rose Byrne (A rival da melhor amiga da noiva em Missão Madrinha de Casamento), Adam relata o cotidiano de um jovem que possui a Síndrome de Asperger que vive em seu próprio mundo e possui dificuldade de se relacionar com as pessoas ao seu redor, até que se esforça para conhecer Beth e com sua ajuda, ele descobre e evolui ao seu lado. 

A sinopse parece ter sido retirada de um dos livros do Nicholas Sparks, entretanto - como eu já disse - ela engana. O filme não tenta mostrar para o telespectador uma imagem apenas romântica e "juntos, nós vamos superá-la" da doença, mas a sua forma mais próxima da realidade com sensibilidade e profundo se você ler suas entrelinhas. 



Após terminar com Suzy, o estudante Ben Willis simplesmente não consegue ter uma noite de sono completa depois de comprovar o fato dela ter o esquecido num piscar de olhos. Sua insônia, estado que o faz viver seus dias meio acordado e meio dormindo, o leva a trabalhar num supermercado no turno da noite. O local que não há nada de especial mostra a arte para o protagonista assim como as personagem que a ajudam em sua construção, ele imagina que é capaz de congelar o tempo enquanto passa a observar as pessoas ao seu redor. 

Só pelo fato de ter término, algo presente/constante na realidade, arte e o congelamento do tempo não pensei duas vezes antes de começar a assistir. É ótimo. 

Na Natureza Selvagem ou Into the Wild clique para assistir ao trailer

Início da década de 90. Christopher McCandless (Emile Hirsch) é um jovem recém-formado, que decide viajar sem rumo pelos Estados Unidos em busca da liberdade. Durante sua jornada pela Dakota do Sul, Arizona e Califórnia ele conhece pessoas que mudam sua vida, assim como sua presença também modifica as delas. Até que, após 2 anos na estrada, Christopher decide fazer a maior das viagens e partir rumo ao Alasca.

Não tenho palavras para descrever o trabalho dirigida por Sean Penn e composta pela trilha sonora deliciosa com a voz do vocalista do Pearl Jam, é... Incrível. Obra que deveria ser considerada obrigatória para todas as pessoas. O filme trata sobre o autoconhecimento, influência, sociedade e um protagonista que tem uma opinião sobre ela que qualquer um se vê boquiaberto ao acompanhar. É maravilhoso. 

Cinco pela Cura ou Five clique para assistir ao trailer

Com a direção de atrizes conhecidas, o filme é composto por cinco curta-metragens que tem como assunto principal o Câncer de Mama e mostra desde o momento do diagnóstico, através de um de histórias interligadas que usa o humor e drama para focar no efeito desta doença e as diferentes etapas de diagnóstico nos relacionamentos e da forma que as mulheres entendem a si mesmas, enquanto buscam conforto, força, descobertas médicas e, finalmente, uma cura.

Não vou gastar palavras descrevendo o que senti ao acompanhar cada história, cada pessoa e cada vida no decorrer de aproximadamente 90 minutos. Deixarei para que você me conte o que achou. 

Crítica: Divergente


Há um mês, foi lançado nos cinemas brasileiros o tão aguardado filme - que você já sabe o nome pelo título acima - dos fãs da autora Veronica Roth e das personagens de sua distopia situada nos antigos Estados Unidos. Bom, eu o assisti e, para evitar um pouco de suspense, realmente gostei. 

Para quem não teve a oportunidade de ler ou ir aos cinemas, a história se resume em Beatrice, uma garota de dezesseis anos pertencente à  Abnegação - uma das cinco facções existentes na Chicago Futurista - que se vê próxima a uma decisão que poderá mudar sua vida para sempre. Após realizar o Teste de Aptidão, uma simulação que designará quais opções cada adolescente poderá escolher dentre elas: Erudição, Franqueza, Abnegação, Audácia e Amizade, ela descobre que é uma Divergente. E esta simples palavra pode acarretar diversos perigos para Tris, incluindo morte.

Quando finalizei Divergente e fui analisar seu trailer assim como a breve atuação dos atores, fiquei com um pé atrás em relação à Shailene Woodley embora não tivesse nenhum argumento contra, mas e se ela não conseguisse dar aquela essência de coragem misturada com altruísmo que a Beatrice possui? Porém ao ver a adaptação fiquei realmente contente com o seu trabalho. Assim como Theo James, o ator britânico que se esforçou no sotaque americano, na personalidade impenetrável exigida de seu papel e acabou mostrando um excelente Quatro. 

Poucos atores chamaram a devida atenção como, por exemplo, a amizade com a Christina que foi pouco explorada e devido a esse fator, as cenas que deveriam possuir aquela carga emocional maior, não tiveram tanto impacto. Entretanto, gostei das partes que Caleb e Peter (admito, até mesmo com o Eric) faziam suas devidas aparições. 

A adaptação não focou na violência. Há, claro, cenas de lutas e brigas, porém não chega a ser um Clube da Luta da vida ou algo tão impactante. Foi numa dosagem certa. O romance também não deixa a desejar, mas o trailer denunciou muitas coisas que, evidentemente, deixariam o telespectador extasiado se só as visse quando estivesse em frente à grande tela do cinema. 

A trilha sonora foi bem escolhida e o nome da cantora britânica Ellie Goulding surgiu várias vezes em minha mente quando reconhecia suas músicas. As melodias davam a impressão de que algo estava prestes a acontecer e enchiam meu peito com a sensação que não sei ao certo definir. 

Devo comentar também sobre a narração da protagonista, o que foi uma jogada interessante, pois sua breve descrição em determinados momentos ajudaram as pessoas que não leram a obra de Roth a não ficarem perdidas no meio de tantas tatuagens e facções. 

Entretanto, não estou aqui só para elogiar. Notei alguns deslizes e não concordei com devidos cortes que poderiam fazer com que o filme tivesse mais fluidez. Quem leu, sabe do que estou falando. Algo que caracterizasse algumas personagens, como o Peter. E o fato de não mostrar os demais iniciados em suas simulações ou disputas para ter um pouco de dinâmica. 

Espero que os erros sejam reparados até mesmo porque o diretor Neil Burger não fará a sequência da franquia, o que pode ser sinônimo de importantes melhorias (da mesma maneira que aconteceu com Jogos Vorazes). Mas admiro a fidelidade que ele conseguiu conservar no decorrer do filme. 

As Melhores Coisas do Mundo


Mano tem 15 anos, adora tocar guitarra, beijar na boca, rir com os amigos, andar de bike e curtir na balada. Porém um acontecimento insperado em sua família faz com que ele perceba que virar adulto nem sempre é tarefa fácil: a popularidade na escola, a primeira transa, o relacionamento em casa, as inseguranças, os preconceitos e a descoberta do amor se transformam em uma enorme bola de neve fazendo com que ele reavalie seus conceitos e corrija seus erros.
Assisti a esse filme por puro acaso, admito que nunca tinha ouvido falar nele até ler sua sinopse e me interessar. Mas logo nos primeiros minutos da trama, já estava encantada com o modo espontâneo que o protagonista narrava sua situação e antes de sua metade, eu já estava considerando As Melhores Coisas do Mundo um dos meus filmes favoritos.

Apesar da obra de Laís Bobanzky ser brasileira, nunca tinha conhecido a maioria os atores que fazem parte de seu trabalho, mas claro que é há presenças famosas como Denise Fraga no papel da mãe do protagonista, Caio Blat na pele de uns dos professores do colégio e Paulo Vilhena que interpreta instrutor de violão de Mano que ajudam a dar vida ao filme.

A obra cinematográfica estrelada por Francisco Miguez relata a vida de um adolescente que descobre, junto com seu irmão, que seus pais estão se divorciando e este ocorrido interfere sua vida sua vida social e escolar. Hermano ou Mano acaba de receber sua liberdade, como ele mesmo diz, depois de finalmente sair da infância, porém o fim da relação com seus pais acarreta mais problemas para a lista dos dilemas já existentes em sua vida fazendo várias reviravoltas ocorrerem.

Com As Melhores Coisas do Mundo me deparei com um coquetel de problemas adolescentes comuns e frequentes como, por exemplo, uma amizade influenciável ou um amor não correspondido ou sequer com futuro. Todos são muito bem trabalhados, com um olhar jovem e fala coloquial. O protagonista Mano foi o espelho e pensamento dessa geração assim como sua melhor amiga, Carol e seu irmão que é interpretado pelo Fiuk, o que me deixou impressionada, devo dizer, porque ele fez um ótimo Pedro.

O que mais admirei foi o fato de que não foi apresentado para o telespectador uma adolescência perfeita e, sim, uma real e nua. Sem um garoto digno de suspiros como personagem principal ou uma amizade masculina totalmente leal. E o breve espaço que os pais das personagens ganham e em como se sentem em relação ao seus filhos de um modo simples, porém bastante próximo da realidade.

Tabus, paradoxos e preconceitos são discutidos de uma forma de interessante, sendo inseridos em um cenário perfeito como a juventude. Um filme brasileiro digno de aplausos e críticas positivas.

E assim que terminei de assisti-lo, me vi preenchida de orgulho pelo cinema desde país. E percebi o potencial que essa indústria tem para crescer cada vez mais, se começar a ser investida com mais dedicação e o próprio público brasileiro receba suas produções com braços abertos ao contrário de narizes torcidos. Bom, mas isso é assunto para outro texto. 

Top 10: Melhores leituras de 2013


Neste ano, visitei vários países enquanto entrava na vida de diversas personagens, cada uma com sua característica definida e seus receios. Acompanhei seus problemas, amores e perdas. E admirei seus criadores pelo simples fato deles me permitirem quebrarem o sigilo de suas obras e com isso, mergulhar em variados mundos - alguns caóticos, outros quase normais. Bem como, estou aqui para compartilhar algumas histórias que mais me encantaram. 

Quem imaginaria que quatro minutos poderiam mudar a vida de alguém? Mas é exatamente o que acontece com Hadley. Presa no aeroporto em Nova York, esperando outro voo depois de perder o seu, ela conhece Oliver. Um britânico fofo, que se senta a seu lado na viagem para Londres. Enquanto conversam sobre tudo, eles provam que o tempo é, sim, muito, muito relativo. Passada em apenas 24 horas, a história de Oliver e Hadley mostra que o amor, diferentemente das bagagens, jamais se extravia.
A obra de Jennifer E. Smith é simples, promete pouco e tem uma capa fofa, porém o livro de título enorme é profundo a seu modo e aborda temas que abalam a vida de qualquer pessoa. Uma história onde o amor é a consequência de um atraso que me fez devorá-lo em pouquissímas horas.
Fazendo Meu Filme 2
Longe do grande amor, Fani passa por momentos de alegria, dor, saudade, tristeza e, mais do que isso, pode conhecer melhor a si mesma. Sem deixar de lado suas amigas inseparáveis e sua família, ela consegue, no outro continente, viver momentos cheios de suspense, revelações, aventuras, descobertas e emoções fortíssimas! Feliz, triste, preocupada, ansiosa, temerosa, otimista, insegura, cheia de si, apaixonada, desiludida, seja como estiver, Fani mostra a cada página deste livro que não é mais aquela menina tão frágil que muitas vezes se escondia por trás de sua timidez.
Apesar de Fazendo Meu Filme ser uma série, foi seu segundo volume que mais gostei. O ambiente de Minas Gerais foi trocado por um na Inglaterra, onde a protagonista estava fazendo seu intercâmbio. E é lá que ela conhece o Christian - minha personagem favorita - e vive uma experiência incrível.  É simplesmente... Perfeito.

Miles Halter é um adolescente fissurado por célebres últimas palavras que, cansado de sua vidinha pacata e sem graça em casa, vai estudar num colégio interno à procura daquilo que o poeta François Rabelais, quando estava à beira da morte, chamou de o "Grande Talvez". Muita coisa o aguarda em Culver Creek, inclusive Alasca Young, uma garota inteligente, espirituosa, problemática e extremamente sensual, que o levará para o seu labirinto e o catapultará em direção ao "Grande Talvez".
É claro que John Green iria aparecer nos meus melhores de 2013, aliás, ele aparece duas vezes. O segundo já é bem previsível e provavelmente faz presença em diversas listas de blogueiros. Mas agora estou falando de Quem é você, Alasca?, um livro não muito previsível que mostra a adolescência de um modo inusitado e, não perfeito. É uma obra com uma metáfora implícita e sentimentos confusos, mas cumpre seus quesitos.

A Culpa é das Estrelas narra o romance de dois adolescentes que se conhecem (e se apaixonam) em um Grupo de Apoio para Crianças com Câncer: Hazel, uma jovem de dezesseis anos que sobrevive graças a uma droga revolucionária que detém a metástase em seus pulmões, e Augustus Waters, de dezessete, ex-jogador de basquete que perdeu a perna para o osteosarcoma. Como Hazel, Gus é inteligente, tem ótimo senso de humor e gosta de brincar com os clichês do mundo do câncer - a principal arma dos dois para enfrentar a doença que lentamente drena a vida das pessoas.

Preciso dizer alguma coisa? Pois bem, a autoria de John Green é tocante, humana e emocionante. Com personagens normais que possuem uma doença que drena suas, vidas, mas nunca perdem o humor ou sequer metáforas. É lindo. 
Como salvar uma vida
Jill MacSweeney só quer que tudo volte ao normal. Mas, desde que seu pai morreu, ela tem se isolado do namorado e das melhores amigas – de todo mundo que quer apoiá-la. E quando sua mãe decide adotar um bebê, parece que, de algum modo, está tentando substituir um membro perdido da família por um novo. Mandy Madison sabe o que é crescer sendo indesejável – foi criada por uma mãe que nunca pretendeu ter uma filha. Então, quando Mandy fica grávida, a única coisa de que ela tem certeza é que quer uma vida melhor para seu bebê. É difícil saber o que quer para si mesma. Será que ela vai encontrar alguém que se importe com ela? À medida que seus mundos se transformam, Jill e Mandy devem aprender a se desapegar e a se apegar, e que nada é tão fácil – ou tão difícil – quanto parece. 

Como Salvar um Vida é o típico livro com uma capa linda que esconde por trás dela uma história maravilhosa e gostosa de ler. Apesar de ser triste, também causa felicidade no leitor ter personagens tão características e vibrantes como Mandy e um final que promete uma melhora na vida de todos. É uma breve lição de vida escrita por Sara Zarr e deveria ser considerada uma leitura obrigatória.
Divergente
Numa Chicago futurista, a sociedade se divide em cinco facções – Abnegação, Amizade, Audácia, Franqueza e Erudição – e não pertencer a nenhuma facção é como ser invisível. Beatrice cresceu na Abnegação, mas o teste de aptidão por que passam todos os jovens aos 16 anos, numa grande cerimônia de iniciação que determina a que grupo querem se unir para passar o resto de suas vidas, revela que ela é, na verdade, uma divergente, não respondendo às simulações conforme o previsto. A jovem deve então decidir entre ficar com sua família ou ser quem ela realmente é. E acaba fazendo uma escolha que surpreende a todos, inclusive a ela mesma, e que terá desdobramentos sobre sua vida, seu coração e até mesmo sobre a sociedade supostamente ideal em que vive.
Divergente foi uma das surpresas desse ano. É tão repleto de ação e mortes, sem falar que é criativo e a Veronica Roth está de parabéns. Já li a continuação, mas o primeiro volume é meu favorito até agora. Estou ansiosa por Convergente e em como a autora vai encarrar a trilogia da Tris e do Quatro!
Clube da Luta
O clube da luta é idealizado por Tyler Durden, que acha que encontrou uma maneira de viver fora dos limites da sociedade e das regras sem sentido. Mas o que está por vir de sua mente pode piorar muito daqui para frente. 
A obra de Chuck Palahniuk é bastante violenta, entretanto ela mostra para o leitor com uma maneira um pouco diferente, a sociedade capitalista da qual vivendo e com isso, trazendo personagens marcantes e um clube que provavelmente ninguém esquece o nome depois de ler a respeito. Demorei um pouco para terminá-lo, porque a narrativa é bem confusa, mas é um livro maravilhoso.
Correr ou Morrer
 A chegada de Thomas, um garoto que sequer recorda seu sobrenome, em um elevador escuro. Quando a caixa metálica chega no destino da qual foi programada,Thomas se encontra num lugar chamado Clareira que está ocupada por garotos, apenas garotos, que assim como ele não lembram nada de suas vidas antes deste acontecimento. O que a população do estranho local realmente sabe que é há um labirinto que os cercam e que suas portas abrem pela manhã e se fecham ao anoitecer. Porém Thomas, sem motivo aparente, começa a se tornar suspeito com os acontecimentos estranhos que passam a acontecer na Clareira e, principalmente, quando uma garota quase morta aparece no elevador com um alerta.

Esse livro é genial e um pouco desumano se você parar para pensar. Eu praticamente devorei o livro quando entrei na história. Quero logo a continuação, embora esteja com um leve medo do James levar essa distopia para algo que eu não gosto muito. Porém devo dizer que Correr ou Morrer é fantástico.

A cada novembro, os cavalos d’água emergem do oceano e galopam na areia sob os penhascos de Thisby. E, a cada novembro, os homens capturam esses cavalos para uma corrida eletrizante e mortal. Alguns cavaleiros sobrevivem. Outros, não.
Aos 19 anos, Sean Kendrick já foi quatro vezes campeão. Ele é um jovem de poucas palavras e, se tem medos, guarda-os bem escondidos, onde ninguém possa vê-los. Puck Connolly é uma novata nas Corridas de Escorpião. Ela nunca quis participar da competição, mas o destino não lhe deu muita escolha.
A Corrida de Escorpião é o meu amor desse ano. Com essa capa perfeita que me fez para diversas vezes a leitura para simplesmente admirá-la e uma história simples que possui um toque sobrenatural que cativa qualquer um.  Torci, me emocionei e ri em diversos momentos, a narrativa de Maggie é deslumbrante de tal modo que estou ansiosa para ler Calafrio!

Anjo mecânico apresenta o mundo que deu origem à série Os Instrumentos Mortais, sucesso de Cassandra Claire. Nesse primeiro volume, que se passa na Londres vitoriana, a protagonista Tessa Gray conhece o mundo dos Caçadores de Sombras quando precisa se mudar de Nova York para a Inglaterra depois da morte da tia. Quando chega para encontrar o irmão Nathaniel, seu único parente vivo, ela descobrirá que é dona de um poder que capaz de despertar uma guerra mortal entre os Nephilim e as máquinas do Magistrado, o novo comandante das forças do submundo.
Por último, mas não menos importante é o Anjo Mecânico. Não é novidade que eu admiro muito a maioria das obra de Cassandra Clare, bom, todas para ser sincera e este livro não é exceção. Will, Tessa e Jem são personagens deslumbrantes e conquistaram meu coração em poucas páginas, Londres Vitoriana é um ambiente lindo de se imaginar, sem falar que a história prende bastante. Recomendo para quem gosta de Os Instrumentos Mortais. 

Bom, esse post foi enorme e admiro quem o leu por inteiro. E espero que seus leitura de 2013 tenham sido tão boas quanto as minhas! Boas festas!

Objetivos das férias

♥
www
Entrei de férias já faz algumas semanas e estava pensando o que eu iria fazer para adiantar minhas leituras, sendo que sempre acabo comprando um livro ou outro quando entro no Submarino ou vejo uma promoção na vitrine de alguma livraria. Bom, conclui que isso não tem uma solução porque isso é uma coisa praticamente inevitável para qualquer pessoa viciada em livros.

Porém quero me desafiar em alguns pontos. Fiz uma lista de algumas coisas que sempre tive preguiça ou vontade de fazer e meio que vou passar a considerar como uma meta a ser ultrapassada até o inicio de fevereiro. 
♥ Ler um livro em outro idioma. 
Desde de que comecei o curso de inglês, quis começar a ler um livro nesse idioma, mas sempre ficava apreensiva com medo de não conseguir interpretar. Mas finalmente tomei coragem e comprei os livros da Kiera Cass, The Selection e The Elite, para começar minha jornada e espero concluí-la. Aliás, ouço e leio muitas críticas positivas a respeito dessas obras e espero realmente gostar. 
♥ Retomar a leitura dos livros que abandonei
Meu histórico de abandono em livros não está totalmente registrado no Skoob e eu realmente não me orgulho disso. Vou tentar recomeçar um ou mais a cada mês até que não sobre nenhum, talvez  isso passe a ser um meme no blog, talvez não. Algumas obras bem conhecidas estão na minha categoria "não gostei e larguei" como A Hospedeira, da autora de Crepúsculo, A Menina que Roubava Livros, que ganhou uma adaptação cinematográfica que será lançada ano que vem e Comer, Rezar e Amar.
♥ Atualizar mais o blog!
Ando deixando o blog de lado ultimamente, porém não tenho desculpa decente para dizer o porquê disse e nem vou criar uma. Não prometo nada, mas vou tentar dar mais atenção ao Adorável Sasarete e criar posts mais interessantes, pois tenho assistido vários filmes e séries. Espero que vocês gostem e qualquer coisa, deixe nos comentários!

Wishlist de filmes

Eu Não Faço a Menor Ideia do que eu Tô Fazendo Com a Minha Vida (Eu Não Faço a Menor Ideia do que eu Tô Fazendo Com a Minha Vida) - Poster / Capa / Cartaz
Clara (Clarice Falcão) não faz ideia do que fazer da sua vida e escolheu fazer medicina pelo simples fato de que toda sua família é formada por médicos. Não era o que ela queria, mas ela também não sabe se existe algo com o qual se identifique. Para se descobrir, ela inicia uma nova vida paralela sem contar para os pais ou namorado
Lembro que vi o trailer faz um tempo e fique encantadíssima pela ideia que o filme traria para as telas do cinema.

A obra dirigida por Matheus Souza traz uma jovem com dúvidas, incertezas e medos, sem contar com a música no trailer que faz você cantar junto e ficar com um sorriso bobo de identificação em alguns aspectos da protagonista.

Aliás, já que estou começando esse post com uma obra cinematográfica brasileira, é muito importante valorizarmos nossa cultura e deixarmos de torcer o nariz quando vimos aquele título em português e simplesmente não damos uma chance nem para sinopse. A bilheteria nacional anda crescendo e "Minha Mãe é uma Peça" é um grande exemplo disso.

The Spectacular Now (The Spectacular Now) - Poster / Capa / Cartaz
The Spectacular Now a vida de Sutter Keely, um adolescente alcoólatra que gosta de viver no momento e aproveitar a sua popularidade no colégio. Até o dia em que ele conhece Aimee, garota nerd, um desastre social, que talvez tenha uma coisa ou outra a ensinar a Sutter.
Descobri esse filme por acaso quando estava vendo a lista de trabalhos da atriz Shailene Woodley porque tinha acabado de ver o trailer de Divergente e encontrei The Spetacular Now e quando li a sinopse corri para achar ele em algum lugar, mas (in)felizmente parece que ele vai ser lançado nos cinemas, não sei a data e a única coisa que está no meu alcance nesse exato momento é fazer a wishlist e preenchê-la com a obra de James Ponsoldt nela.

TEN me lembra Um amor para recordar, filme baseado no livro de Nicholas Sparks, pelo motivo de uma garota "mudar" o cara que parece perdido na vida. Porém o que me faz realmente ter vontade de assistir Shailene e Miles Teller é porque sou fascinada em obras que abordam o tema escolhas ou vida, seja nela adulta, idosa ou adolescente como é nesse caso.

O filme acompanha a história de três amigos determinados a curtir sua solteirice, até que se apaixonam por três garotas e se veem naquele famoso dilema de '"onde será que esse lance vai parar?"
 Não sou uma fã dos filmes do ator Zac Efron, os que realmente gostei de High School Musical e 17 Again, mas That Awkward Moment parece ser bom e possui a atuação de Miles Teller, ator que atua no filme que citei acima e no remake de Footloose, e parece que faz o gênero de romance para ver despreocupado e com um balde de pipoca ao lado.

Review: Alfie, o sedutor

Alfie - O Sedutor (Alfie) - Poster / Capa / Cartaz
Alfie é um típico homem mulherengo, que pula de cama em cama com a facilidade com a qual troca de roupa, se envolvendo com diversas garotas e esquecendo seus nomes. Charmoso e arrogante, ele possui uma legião de conquistas em sua vida amorosa. Porém, quando uma das mulheres com quem se relaciona lhe diz que está grávida, ele passa a enfrentar dilemas morais sobre seu modo de vida. 
Assisti a esse filme pela Netflix, mas para falar a verdade, Alfie nunca esteve na minha categoria de "quero ver" no meu Filmow ou sequer em  minha mente pelo simples motivo de não gostar de Jude Law, o ator que protagoniza a obra, porém foi a sinopse vaga que me fez ter coragem, pegar um balde de pipoca e dar uma chance à atuação de Law.

Confesso que quando comecei o filme pensava em uma comédia que fosse me fazer rir pelo fato do protagonista interagir com o telespectador, falando no meio de cenas e expressando sua opinião sobre acontecimentos e situações à sua volta. Porém, a trama foi para seguiu um rumo totalmente diferente e, particularmente, criativo.


A personagem principal tem apenas um amigo da qual pode contar, uma opinião formada à respeito da vida e um calendário que diz qual é a palavra do dia, mas mal sabe ele que talvez sua arrogância e charme somente o prejudicaram e o fizeram não ter uma pessoa da qual se deitar ao lado da cama no final de um longo dia ou uma companhia fixa e confiável para celebrar os feriados. E é quando ele descobre que uma mulher está grávida, carregando seu filho, Alfred se dá conta disso. A partir desse momento, a obra se torna uma lição, uma reflexão. E então suas roupas que antes eram caras, bem passadas e elegantes são trocadas por casacos de lã e calças normais, suas divagações ficam mais intensa e verdadeiras fazendo que eu me identificasse com algumas delas (e passasse a admirar a atuação de Jude).

O filme aborda como tema escolhas, decisões. Um assunto comum e uma atitude simples que tomamos e tomaremos todos os dias pelo resto de nossas vidas. E Alfie é apenas o produto de várias delas, algumas que corretas e outras não de acordo seu ponto de vista. 

A trilha sonora e a fotografia coincidem com o que o protagonista está passando e suas divagações ficam cada vez melhores e o final é diferente dos outras obras cinematográficas. Alfie não se trata de um filme de romance e, sim, sobre a vida e em como ela pode te levar de acordo com suas resoluções.

Não preciso dizer mais nada, apenas assistam, assistam porque ele é simplesmente maravilhoso.

Dakota Fanning: Filmes Obrigatórios

SacatuladoB
Dakota Fanning é uma atriz fantástica, desde os filmes da época em que ela era apenas uma criança loirinha com dentes de leites até o dias atuais. Seus filmes são ótimos, ela transmite o que a personagem dela está sentindo na maioria de seus papéis. Particularmente, eu a admiro muito. E não poderia deixar de recomendar alguns filmes em que ela atua para vocês.
Agora é para sempre (Now is Good)
Tessa é uma adolescente de 17 anos apaixonada pela vida. Diagnosticada com uma doença terminal, ela decide fazer bom uso de cada momento fazendo uma lista de coisas que uma adolescente normal iria experimentar. Com a ajuda de uma amiga, ela começa a pôr em prática os itens da lista e, enquanto seus pais e seu irmão lidam com o medo de perdê-la de suas próprias maneiras, Tessa passa a explorar um mundo novo e viver cada dia o mais intensamente possível. No entremeio, a garota se apaixona por Adam, seu novo vizinho, item que não estava na lista mas que se prova a mais revigorante experiência de todas.

The Secret Life of Bees The_Secret_Life_of_Bees-8-Dakota_Fanning-Tristan_Wilds – The Cinema Source
A Vida Secreta das Abelhas (The Secret Life of Bees)
A história se passa nos anos 60, no Sul dos Estados Unidos, e conta a história da adolescente Lily Owens de 14 anos e a amiga Rosaleen que fogem da dura criação para descobrir o que aconteceu com a mãe de Lily. No caminho, elas conhecem três irmãs criadoras de abelhas que as conduzem por uma jornada inesquecível.

(9) uptown girls | Tumblr
Grande Menina, Pequena Mulher (Uptown Girls)
Molly é uma jovem mimada que vive da fortuna deixada por seu pai, um astro do rock já falecido. Após ter toda sua herança roubada pelo seu contador, ela é obrigada a deixar as regalias de lado e procurar emprego. Molly começa então a trabalhar como babá de Ray, uma precoce garota de 8 anos com quem passa a aprender muito sobre a vida.

Correr ou Morrer

www


Como falei no post "O que li em Outubro", meu real motivo para querer comprar a obra de James Dashner foi porque o Dylan O'Brien seria Thomas, o protagonista do livro, na adaptação de Correr ou Morrer. E posso falar que não me decepcionei nem um pouco.

Correr ou Morrer relata a chegada de Thomas, um garoto que sequer recorda seu sobrenome, em um elevador escuro. Quando a caixa metálica chega no destino da qual foi programada, Thomas se encontra num lugar chamado Clareira que está ocupada por garotos, apenas garotos, que assim como ele não lembram nada de suas vidas antes deste acontecimento. O que a população do estranho local realmente sabe que é há um labirinto que os cercam e que suas portas abrem pela manhã e se fecham ao anoitecer. Porém Thomas, sem motivo aparente, começa a se tornar suspeito com os acontecimentos estranhos que passam a acontecer na Clareira e, principalmente, quando uma garota quase morta aparece no elevador com um alerta.

Thomas é uma personagem inteligente em um livro inteligente. Na grande maioria das vezes ele tenta fazer com que sua voz seja ouvida na comunidade de garotos, aliás, Chuck foi uns dos que realmente acreditaram nele, meio que hesitantemente, no início. Além disso, Thomas era curioso e tentava ao máximo obter respostas para suas perguntas, porém os garotos sabiam tanto quanto ele, o que era basicamente quase nada.

A obra de James Dashner faz com que o leitor pense, procure respostas e tente sobreviver juntos com Thomas e as outras personagens. Em vários momentos, eu me pegava falando "Esse labirinto é genial!", o que de fato é. E para deixar bem claro, li esse livro em apenas três dias porque a cada capítulo queria saber mais e mais sobre o rumo que os Clareanos tomariam.

O romance é uma coisa bem escassa no livro, o que foi a melhor opção, porque este primeiro volume trata do desespero da população da Clareira em encontrar a saída do Labirinto sem que criaturas chamadas Verdugos os matem, e um casalzinho declarando seu amor um pelo outro não cairia bem durante essa tensão que é descrita nas páginas.

O final é surpreendente e cruel, confesso que estou com um certo medo de que James leve a história para um outro lado que eu não sou muito fã, porém não posso deixar de falar do desfecho maravilhoso que com certeza deixa qualquer um sedento pelo próximo volume.

Não preciso falar mais nada a não ser: Leia. E imediatamente!

Meus 3 filmes de romance favoritos

Como vocês já sabem, eu adoro filmes, vario de gênero sempre que me interesso pela sinopse de algum, porém o drama foi e sempre será meu "queridinho" antes de qualquer escolha. Mas ultimamente tenho assistido diversos filmes de romance (ou de amorzinho com a Fani de Fazendo meu Filme diria) e alguns realmente se tornaram meus favoritos. E para o fim de semana frio e chuvoso, pelo menos aqui no Rio de Janeiro, nada melhor que assistir alguns deles.

Casa Comigo? (ou Leap Year)

Anna Brady  viaja para Dublin para pedir o namorado em casamento, no dia 29 de fevereiro de um ano bissexto. Segundo a tradição irlandesa, nesta data, o homem é obrigado a aceitar o pedido de casamento. Mas quando o tempo arruína sua viagem, ela precisa da ajuda de um grosseiro dono de hospedaria para iniciar uma inesperada travessia no país e fazer o pedido perfeito.


Te amarei para sempre (ou The Time Traveler’s Wife)

Clare esteve apaixonada sua vida toda por Henry. Ela acredita que estão destinado a ficarem juntos, apesar dela nunca saber quando vão ficar separados: Henry é um viajante no tempo amaldiçoado por uma rara anomalia genética que o faz viver sua vida navegando pelo tempo, pulando do passado para o futuro sem controle. Embora a condição de Henry os forçarem a ficarem separados sem aviso, sem nunca saber quando vão se reunir, Clare desesperadamente tenta construir uma vida com seu único verdadeiro amor.


Os Delírios de Consumo de Becky Bloom (ou Confessions of a Shopaholic)

Adaptação do romance de Sophie Kinsella, trata-se da história de Rebecca Bloomwood, uma jovem recém-formada na universidade, que arruma emprego como jornalista da área financeira em New York. O trabalho não é à toa, uma vez que a garota precisa nutrir seu vício em compras. No meio do caminho ela ainda se apaixona por um rico empresário.


Livros que li em Outubro

Correr ou MorrerAo acordar dentro de um escuro elevador em movimento, a única coisa que Thomas consegue lembrar é de seu nome. Sua memória está completamente apagada. Mas ele não está sozinho.
Quando a caixa metálica chega a seu destino e as portas se abrem, ele se vê rodeado por garotos que o acolhem e o apresentam à Clareira, um espaço aberto cercado por muros gigantescos. Assim como Thomas, nenhum deles sabe como foi parar ali, nem por quê. Sabem apenas que todas as manhãs as portas de pedra do Labirinto que os cerca se abrem, e, à noite, se fecham. E que a cada trinta dias um novo garoto é entregue pelo elevador. Porém, um fato altera de forma radical a rotina do lugar - chega uma garota, a primeira enviada à Clareira. E mais surpreendente ainda é a mensagem que ela traz consigo.
Thomas será mais importante do que imagina, mas para isso terá de descobrir os sombrios segredos guardados em sua mente e correr, correr muito.
Decidi ler a obra de James Dashner depois que descobri que o Dylan O'Brien, Stiles de Teen Wolf, iria interpretar o protagonista do livro nos cinemas praticamente devorei Correr ou Morrer! Aliás, a adaptação têm previsão para ser lançada ano que vem.

A Esperança
Depois de sobreviver duas vezes à crueldade de uma arena projetada para destruí-la, Katniss acreditava que não precisaria mais lutar. Mas as regras do jogo mudaram: com a chegada dos rebeldes do lendário Distrito 13, enfim é possível organizar uma resistência. Começou a revolução. A coragem de Katniss nos jogos fez nascer a esperança em um país disposto a fazer de tudo para se livrar da opressão. E agora, contra a própria vontade, ela precisa assumir seu lugar como símbolo da causa rebelde. Ela precisa virar o Tordo. O sucesso da revolução dependerá de Katniss aceitar ou não essa responsabilidade. Será que vale a pena colocar sua família em risco novamente? Será que as vidas de Peeta e Gale serão os tributos exigidos nessa nova guerra?
 Terminei de ler A Esperança faz poucos dias, uma leitura totalmente arrastada. Discordei de muitas decisões que Suzanne Collins tomou... Enfim, em breve resenha!

Divergente
Numa Chicago futurista, a sociedade se divide em cinco facções – Abnegação, Amizade, Audácia, Franqueza e Erudição – e não pertencer a nenhuma facção é como ser invisível. Beatrice cresceu na Abnegação, mas o teste de aptidão por que passam todos os jovens aos 16 anos, numa grande cerimônia de iniciação que determina a que grupo querem se unir para passar o resto de suas vidas, revela que ela é, na verdade, uma divergente, não respondendo às simulações conforme o previsto.
A jovem deve então decidir entre ficar com sua família ou ser quem ela realmente é.
E acaba fazendo uma escolha que surpreende a todos, inclusive a ela mesma, e que terá desdobramentos sobre sua vida, seu coração e até mesmo sobre a sociedade supostamente ideal em que vive.
Não preciso mais elogiar Divergente depois da resenha que eu fiz dele, mas tenho que frisar que adorei. Apenas querendo Insurgente imediatamente.

E aí, quais foram os seus livros de Outubro?

Nova Parceria: SopaPop Web!



SopaPop Web é uma página no Facebook que fala sobre filmes e novidades sobre eles como os lançamentos de trailers, stills, sinopses e datas previstas. Lyslli, a dona da page, também possui um blog sobre o mesmo assunto.

Espero que vocês gostem dela e acessem sua page!

Stuck In Love

Esta comédia dramática apresenta um escritor de sucesso (Greg Kinnear) que se torna cada vez mais obcecado por sua ex-esposa (Jennifer Connelly), a ponto de criar problemas em sua nova família. Sam (Lily Collins) e Rusty (Nat Wolff) enfrentam dificuldades em suas vidas assim como seu pai. A filha mais velha é promíscua e está prestes a lançar seu livro e no meio deste acontecimento, conhece Lou, garoto do qual ela desperta uma paixão que não é de seu fetio. O caçula, que em meio à separação, descobre seu primeiro amor com uma garota problemática na pele de Liana Liberato.
Esse filme, de longe, é um dos meus favoritos, apesar de eu ser muito suspeita para falar a respeito do mesmo porque admiro o trabalho da maioria dos atores que protagonizaram Stuck in Love. 
Antes de começar a assistí-lo, eu esperava um romance leve, devido ao fato de Lily Collins e Logan Lerman formarem um casal na trama e outros fatores. Mas me deparei com um filme dramático, como diz a sinopse, e que me fez refletir. 

O filme retrata a história de uma família que carrega sequelas de uma separação. Sam culpa a mãe toda vez que olha para o sofrimento do pai e decide que se apaixonar é esperar por alguém que nunca virá, então é melhor nunca conhecer esse sentimento. Ela é uma garota que parece ser segura de si, procura relacionamentos de uma noite e evita que os garotos saibam mais do que o necessário sobre ela, mas isso tudo é uma forma de evitar maiores ferimentos emocionais. Rusty pretende começar a escrever e é fã de Stephen King. O irmão mais velho de Samantha se apaixona por Kate, uma garota de aparência frágil e complexa que faz com que Rusty cresça ao seu lado. 

Timeline Photos | via Facebook

A trama aborda temas delicados (adolescência, separação, alcoolismo) de um modo simples, mas ao mesmo tempo agressivo. De modo que todas as personagens da obra cinematográfica possuem problemas e procuram resolvê-los ou ao menos suportá-los. Sem mencionar uma trilha sonora maravilhosa, repleta de músicas que coincidem perfeitamente com as cenas. E com os momentos rápidos de reflexões das personagens. 
"If being in love means setting a place at the table for someone who’s never coming home, I think I’ll pass." - Samantha Borgens
“I could hear my heart beating. I could hear everyone’s heart. I could hear the human noise we sat there making, not one of us moving, not even when the room went dark.” - William Borgens

Já pode ir correndo assistir esse filme! Vale muito a pena! 

Divergente

http://www.estainspirada.com.br/wp-content/uploads/2013/09/IMG_7805.jpg
Minha vontade de ler Divergente começou desde o início do ano. Todos estavam falando bem do livro, aliás, continuam e isso despertou meu interesse. Enfim, finalmente o li.

Divergente, livro escrito por Veronica Roth, relata a história de Beatrice, uma garota de dezesseis anos pertencente à facção da Abnegação - uma das cinco facções existentes na Chicago Futurista - que se vê próxima à uma decisão que poderá mudar sua vida para sempre. Após realizar o Teste de Aptidão, uma simulação que designará quais opções cada adolescente poderá escolher dentre elas: Erudição, Franqueza, Abnegação, Audácia e Amizade, alega que, na verdade, Beatrice é uma divergente. E isso acarretará diversos perigos para Tris, incluindo morte como um deles.

Antes de qualquer coisa, devo admitir que este livro me surpreendeu e muito. Eu, apesar de todas as minhas expectativas sobre essa distopia, estava com o pé atrás em relação à protagonista, com medo dela tomar decisões erradas entre outras coisas e, eventualmente, me fazer torcer o nariz para a história. Mas Beatrice - que posteriormente é chamada de Tris - provou o quanto eu estava errada. Me deparei com uma personagem de aspecto frágil, baixinha, magra e com corpo de criança, porém com uma personalidade forte e, admito, bem diferente das personagens principais que estou acostumada.

A narrativa em primeira pessoa é excelente e fez com que eu lesse Divergente em pouquíssimos dias. Veronica Roth possui um modo singular de desenvolver suas cenas, sempre explicando-as com fatos ou destacando os detalhes. E achei interessante o fato da autora caracterizar cada facção. A Erudição com conhecimento. Abnegação com altruísmo. A Amizade com a união. A Franqueza com a sinceridade. E a Audácia, facção que a personagem escolhe, com coragem.

O livro é carregado de ação e com personagens intrigantes. A todo momento a bravura é testada, o medo tentando ser superado e a constante luta para permanecer com a mente sã no decorrer das páginas. E um romance na medida certa.

A obra me fez lembrar um pouco de duas sagas: Jogos Vorazes, por dividir o povo em partes e Harry Potter com o Teste de Aptidão que destina para qual(is) facção(ões) a pessoa é compatível.

O desfecho é devastador. Temo falar que não poderei dizer mais nada além do que já mencionei. Apenas asseguro que depois de ler Divergente, vocês irão imediatamente para a livraria comprar Insurgente com uma enorme curiosidade e saudades repentina das personagens.

Adaptações literárias

As adaptações de livros para filmes estão se tornando cada vez mais comuns e frequentes. E com isso, deixando nós, leitores, ansiosos e com milhares de dúvidas sobre as obras que amamos: "Será que o roteiro vai ser fiel?", "Será que ele/a vai ser um/a bom/boa ator/atriz?" entre outros questionamentos.

A Menina que Roubava Livros (The Book Thief): Estréia prevista para 31 de janeiro de 2014.

É, originalmente, uma obra literária de Marcus Zusak. A história é relatada pela Morte no período da Segunda Guerra Mundial onde Liesel Mimenger é enviada para um subúrbio na Alemanha junto com o seu irmão - que morre -, onde é um casal a adota por dinheiro.


Divergente (Divergent) - Estréia prevista para 21 de Março de 2014.

O teaser do trailer de Divergente foi divulgado ontem, no VMA. Livro, originalmente escrito por Veronica
Roth conta a história de uma Chicago futurista, a sociedade se divide em cinco facções – Abnegação, Amizade, Audácia, Franqueza e Erudição – e não pertencer a nenhuma facção é como ser invisível. Beatrice cresceu na Abnegação, mas o teste de aptidão por que passam todos os jovens aos 16 anos, numa grande cerimônia de iniciação que determina a que grupo querem se unir para passar o resto de suas vidas, revela que ela é, na verdade, uma divergente, não respondendo às simulações conforme o previsto.


Em chamas (Catching Fire) - Estreia prevista para 15 de Novembro de 2013

Em chamas relata a vida de Katniss depois de sua improvável e inusitada vitória com Peeta Mellark nos últimos Jogos Vorazes, algo parece ter mudado para sempre em Panem. Aqui e ali, distúrbios e agitações dão sinais de que uma revolta é iminente. O casal representante do paupérrimo Distrito 12, não apenas venceram os Jogos, mas ridicularizaram o governo e conseguiram fazer todos - incluindo o próprio Peeta - acreditarem que são um casal apaixonado. A confusão na cabeça de Katniss não é menor do que a das ruas. Em meio ao turbilhão, ela pensa cada vez mais em seu melhor amigo, o jovem caçador Gale, mas é obrigada a fingir que o romance com Peeta é real. Já o governo parece especialmente preocupado com a influência que os dois adolescentes vitoriosos - transformados em verdadeiros ídolos nacionais - podem ter na população. Por isso, existem planos especiais para mantê-los sob controle, mesmo que isso signifique forçá-los a lutar novamente.


O Hobbit – A Desolação de Smaug (The Hobbit: The Desolation of Smaug) - Estréia prevista para 13 de Dezembro de 2013

Retrata as aventuras de Bilbo Bolseiro, um pacífico hobbit, que ao lado de um grupo de anões e de Gandalf, tentará recuperar o tesouro tomado pelo dragão Smaug. Durante esta jornada, ele se depara com o anel de poder possuído por Gollum.


Remake: Carrie, A estranha (Carrie) - Estréia prevista para 15 de Novembro de 2013

Stephen King narra a atormentada adolescência de uma jovem problemática, perseguida pelos colegas, professores e impedida pela mãe de levar a vida como as garotas de sua idade. Só que Carrie guarda um segredo: quando ela está por perto, objetos voam, portas são trancadas ao sabor do nada, velas se apagam e voltam a iluminar, misteriosamente.

Ansiosos para a estreia dos filmes? O que acharam? 

Água para Elefantes

you can never define true love...sooo cheesy!
http://data.whicdn.com/images/66350169/large.jpg
Eu já tinha pegado esse livro com uma amiga e simplesmente não conseguia avançar a leitura. Deixei ele de lado por muito tempo e decidi devolver. Só que acabei ganhando o livro do meu pai e falei para mim mesma que não ia abandoná-lo dessa vez. 

Água para Elefantes relata a juventude de Jacob Jankowski, um idoso de 90 ou 93 anos que se encontra num ásilo. O velho Jacob conta seus anos dourados na época que trabalhou no Circo Irmão Benzini - O Maior Espetáculo da Terra após de largar a faculdade de veterinária faltando uma semana para os exames finais depois da morte dos pais e em como se apaixonou pela mulher de seu chefe, Marlena e em Rosie, a elefanta.  

A leitura desse livro foi bem arrastada, não me entenda mal, alguns (poucos) capítulos me prendiam e outros me davam vontade de avançar um grande número de páginas e ir para a parte "boa". A narrativa da Sara Gruen é interessante, mas não me prendia por muito tempo. 

Um dos problemas foi que não gostei do Jacob jovem pelo fato que ele era praticamente um observador a história inteira. Só participava de alguns diálogos e era o empregado ora odiado, ora amado por August, marido de Marlena. Não consegui notar a personalidade do protagonista a não ser quando ele se encontrava no ásilo e se mostrava um idoso ranzinza e mau humorado. 

A obra de Gruen começou a mostrar uma "rotina": o Esquadrão Voador chegava em determinado local, os operários e os trabalhadores montavam o circo e descarregavam os animais, havia (às vezes) apresentações quando o Tio Al não arrumava algum conflito e depois todo mundo de volta ao trem para partir para outra lugar. 

O amor que protagonista tinha pela Marlena e vice-versa foi um romance fraco e, no final, desesperado. O que me irritou.  

O uso de palavrões até certo ponto era tolerável, mas depois ficou chato(?). Eu entendo que a escritora quis mostrar ao leitor a realidade no circo e em como era o "comportamento" dos homens, mas, na minha opinião, daria para fazer isso sem usar esse tipo de recurso. 

Sei que muita gente ama a obra, mas não achei nada demais. De repente posso chegar a mudar de opinião se algum dia relê-lo ou talvez não estava no momento de fazer a leitura do mesmo. 

Indicações de filmes

Alguns filmes independentes do gênero que pertencem seja de drama, romance ou ficção, às vezes nos conquistam pelo bom roteiro ou as boas atuações e acabam nos conquistando. Alguns nos inspiram e nos fazem escrever ou refletir. Eis alguns que, na minha opinião, se encaixam nessas definições:

Se enlouquecer, não se apaixone (It's Kind of a Funny Story)

Craig (Keir Gilchrist), 16 de anos de idade, estressado com as demandas de ser um adolescente, se interna em uma clínica de saúde mental. Lá ele descobre que a ala dos menores está fechado - e se encontra preso na enfermaria adulta. Um dos pacientes, Bobby (Zach Galifianakis), logo se torna o mentor e protegido de Craig. Ele também é atraído à outra paciente de sua mesma idade, Noelle (Emma Roberts). Com uma estadia mínima de cinco dias imposta nele, Craig é sustentado por amizades de dentro e fora da clínica enquanto ele aprende mais sobre a vida, o amor, e as pressões do amadurecimento.



As Vantagens de Ser Invísivel (The Perks of Being a Wallflower)
Baseada em um livro, a história é narrada por um adolescente tímido e impopular, Charlie (Logan Lerman), que descreve a sua vida em uma série de cartas para uma pessoa anônima e explora as fases difíceis da adolescência, incluindo o uso de drogas e sexualidade. 


Menina de Ouro (Million Dollar Baby)
Frankie Dunn (Clint Eastwood) passou a vida nos ringues, tendo agenciado e treinado grandes boxeadores. Frankie costuma passar aos lutadores com quem trabalha a mesma lição que segue para sua vida: antes de tudo, se proteja. Magoado com o afastamento de sua filha, Frankie é uma pessoa fechada e que apenas se relaciona com Scrap (Morgan Freeman), seu único amigo, que cuida também de seu ginásio. Até que surge em sua vida Maggie Fitzgerald (Hilary Swank), uma jovem determinada que possui um dom ainda não lapidado para lutar boxe. Maggie quer que Frankie a treine, mas ele não aceita treinar mulheres e, além do mais, acredita que ela esteja velha demais para iniciar uma carreira no boxe. Apesar da negativa de Frankie, ela decide treinar diariamente no ginásio e recebe o apoio de Scrap, que a encoraja a seguir adiante. Vencido pela determinação de Maggie, ele enfim aceita ser seu treinador.


V de Vingança (V for Vendetta)
Em uma Inglaterra do futuro, onde está em vigor um regime totalitário, vive Evey Hammond (Natalie Portman). Ela é salva de uma situação de vida ou morte por um homem mascarado, conhecido apenas pelo codinome V (Hugo Weaving), que é extremamente carismático e habilidoso na arte do combate e da destruição. Ao convocar seus compatriotas a se rebelar contra a tirania e a opressão do governo inglês, V provoca uma verdadeira revolução. Enquanto Evey tenta saber mais sobre o passado de V, ela termina por descobrir quem é e seu papel no plano de seu salvador para trazer liberdade e justiça ao país.



The First Time (The First Time)
A comédia romântica centrada em dois estudantes do ensino médio: Dave (Dylan O'Brien), que até agora tem ansiado por uma garota que ele não pode ter e Aubrey (Britt Robertson), um tipo criativo, que está namorando um cara que não entende muito bem ela.


Observações: Todas as sinopses foram retiradas do site Filmow e eu recomendo que vocês assistam os filmes legendados. 

Clube da Luta



Não faço ideia de como farei a resenha desse livro tão... tão. Confesso e já peço desculpas ao responsável pelo Clube da Luta, pois vou ter que falar dele e sei que estou violando a primeira regra do mesmo.

O livro conta a relata a história de um personagem sem nome que sofre de insônia e passa a frequentar grupos de apoio, pois vendo o sofrimento verdadeiro ele consegue repousar a cabeça no travesseiro e dormir. Ele trabalha em uma compainha de recall e sabe qual dia da semana é de acordo com a cor da gravata de seu chefe. Em um dos vários grupos de apoio que é membro, conhece Marla Singer e segundo ele, ela é uma mentirosa, fingida e farsante pois não possui nenhum problema, não está morrendo, assim como ele. 

Tyler Durden é o grande personagem da história, na minha opinião, ele conhece Durden em uma viagem de trabalho e passa a morar com ele devido à explosão sem explicação de seu apartamento.

No início, a narrativa é (bem) confusa e cheia de furos que iam se fechando ao longo das páginas. Havia momentos que eu tinha que voltar a leitura para entender um momento posterior, mas acho que era a grande intenção de Palahniuk: deixar o leitor confuso e perdido assim como seu protagonista estava.

O livro é repleto de passagens instantâneas de modo que uma hora você acorda e está em um lugar diferente, um aeroporto diferente.

Regras do Clube da Luta:
"A primeira regra do clube da luta é que você não fala sobre o clube da luta. A segunda regra do clube da luta é que você não fala sobre o clube da luta. A terceira regra do clube da luta, quando alguém diz "pare" ou fica desacordado, mesmo que esteja fingindo, a luta acaba. Apenas duas pessoas lutando. Apenas uma luta por vez. Eles lutam sem camisa e sem sapatos. As lutas duram o quanto que tiverem que durar. Estas são as outras regras do clube da luta."
Tyler é um homem repleto de ideias sem sentido e ele que criou o Clube da Luta, pois elegava que não poderia morrer sem cicatrizes. As ideias do mesmo, no decorrer do livro, chega aos ouvidos de várias pessoas sendo que há momentos que o local que os homens se reuniam aos sábados fica lotado e só um determinado número pode entrar. Assim como o clube cresce, a mente anarquista de Durden também e o surgimento do Projeto Desordem e Destruição.

A obra de Palahniuk é um encaixe perfeito e com uma genialidade digna de prêmio. Uma obra violenta, mas não totalmente física, e sim, uma violência reflexiva que de uma forma ou de outra, te obriga a pensar.

O final é o melhor. Todos os "buracos" finalmente fazem sentido. E o protagonista decide seu rumo de uma forma épica.

Filmes que recomendo #2: Vivendo na Eternidade

:) | via Tumblr
http://weheartit.com/entry/61804750/search?page=2&query=tuck+everlasting
Sempre vi o "cartaz" desse filme no Netflix e parava para ler a sinopse dele e em todas as vezes, pensava: "Ah, filme que se passa em outra época é chato, vou deixar para ver quando eu estiver com paciência" e sim, essa é a minha desculpa por ter demorado tanto tempo para assistir. 

Bom, Vivendo na Eternidade ou Tuck Everlasting (uma breve pausa para comparar o título brasileiro com o título original e reparar que não tem nada a ver) se passa na 2ª década do século XX, onde Winnie (Alexis Bledel), uma garota que não pode ultrapassar o portão de sua casa e nem se misturar com outras pessoas, pois seus pais ricos não permitem, conhece Jesse Tuck (Jonathan Jackson) após fugir de casa e se deparar com ele no bosque. No início, o irmão mais novo da família é grosseiro e tenta intimidar Winnie até que o seu irmão mais velho, Miles (Scott Bairstow) a captura e a leva para casa da família Tuck. A protagonista passa a conhecer e conviver com a mãe e o pai dos irmãos (William Hurt e Sissy Spacek, respectivamente) e depois da desconfiança e a vontade de retornar para casa, Winnie descobre a sensação de liberdade que seus pais a privavam. 

O filme é baseado no livro de Natalie Babbit e pertence ao gênero de fantasia e drama.

Adorei e achei perfeito (e favoritei no Filmow...), pois fala em como as pessoas temem a morte e dariam tudo para viver mais independente das condições e em como também é importante o ser humano ter o ciclo de nascimento - crescimento - idade adulta e média - morte. Isso me tocou muito e o par romântico não me enjoo, o amor entre os dois foi, na verdade, uma porta para todos esses questionamentos no decorrer das história. 

Há várias diálogos inteligentes e reflexivos durante o filme e acho que o ator William Hurt devia ganhar um prêmio. 

"Don't be afraid of death, Winnie. Be afraid of the unlived life. You don't have to live forever, you just have to live." 


Traduzido: "Não tenha medo da morte, tenha medo de uma vida mal vivida. Você não tem que viver para sempre, só tem que viver."

A obra é bem inocente e simples da qual faz você ver os créditos rolando desolada e com milhões de coisas para pensar à respeito. 

"She did not have to live forever. Just live. And that's what she did."

Traduzido: "Ela não precisava viver para sempre. Apenas viver. E foi o que ela fez."

Filmes que recomendo: Inquietos

http://static.tumblr.com/ahcnkyt/cmRmoi8wd/sasr.png

Como amo filmes decidi fazer um meme novo no blog onde eu possa falar, criticar e recomendar filmes para vocês. Espero que vocês se divirtam e principalmente gostem.

Bom, vou começar com um gênero que adoro: Drama. Não sei, mas gosto de filmes de drama, porque eu consigo sentir a dor das personagens e ver como os atores conseguem passar isso para nós. Me sinto dentro do filme, como uma pessoa próxima que está lá assistindo tudo de perto. 

Inquietos conta a história de Enoch (Henry Hopper), um garoto que vai à velórios como um modo de conseguir "engolir" o velório dos pais da qual ele não compareceu. Ele conhece Annabel (Mia Wasikowska) em um deles e eles passam a ser amigos.

Annabel é uma garota que possui câncer em fase terminal que ama pássaros e leva a vida com a seguinte metáfora: 

“Existe um pássaro que acha que morre sempre que o sol se põe. De manhã, ao acordar, ele fica chocado de ainda estar vivo, então, canta uma linda canção.”

Já Enoch não vê sentido em viver depois da trágedia que ocorreu com seus pais, o mesmo têm como amigo  Hiroshi, um fantasma de um piloto kamikaze que morreu na 2ª Guerra Mundial. Os jovens se apaixonam e Enoch acompanha os últimos dias ao lado de Annabel com humor e, principalmente, amor. 

Gostei bastante do filme, da atuação e da trilha sonora. Chorei, mesmo que chorar não seja o objetivo principal nessa obra. Seu propósito em si é emocionar o público com o modo de como o casal lidou com a doença e a morte com inocência e um amor encantador. 

O trailer te ganha logo nos primeiros minutos. Recomendo para todos que adoram esse tema que é o câncer e lógico, o gênero de drama.