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Lista: Conheça alguns canais literários estrangeiros

Vez ou outra, quando me vejo cansada de alguns canais do Youtube, passo a procurar outros e nessas buscas sem compromisso, acabo encontrando youtubers americanos/britânicos/de-todas-as-nacionalidades-possíveis muito bons e até mesmo hilários. Confira alguns e quem sabe, até goste assim como eu deles:

BOOKABLES

BOOKSANDQUILLS

POLANDANDBANANASBOOKS


THE READABLES
Espero que vocês tenham gostado tanto dos vídeos quando dos post! Recomendem outros vlogs/canais nos comentários!

Perdão, Leonard Peacock

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Como faz um tempo que não apareço e atualizo o blog, decidi fazer a resenha de um livro que entrou nos meus favoritos para minha volta por aqui, que é do mesmo autor do livro O Lado Bom da Vida que originou a adaptação cinematográfica de mesmo nome. 

Perdão, Leonard Peacock retrata a vida de Leo, um menino que está prestes a cometer suicídio no dia do seu aniversário, mas antes desse acontecimento ele precisa se despedir e entregar presentes para as pessoas que são importantes e, claro, matar o seu ex-melhor amigo com a pistola do Reich, que pertencia ao seu avô e se encontra na sua mochila esperando a hora correta para ser disparada e tirar a vida de dois adolescentes até o final do dia.

Já tinha ouvido falar da obra de Matthew Quick, mas só parei realmente para ler suas críticas depois que comprei o livro. Eu não pretendia, mas a sinopse me chamou a atenção já que tinha acabado de finalizar A Lista Negra que, de certo modo, trata do mesmo assunto. E então fiquei entusiasmada com a futura leitura. 

Leonard Peacock é um protagonista intenso apesar de sua idade, sinto que através dele diversos tópicos importantes como a negligência de uma mãe, humilhação e abuso e até mesmo outros despercebidos pela maioria de nós, e com esse pronome não me refiro somente aos leitores, mas às pessoas em geral, foram esclarecidos Lembro que diversas vezes tinha que marcar uma frase ou outra embora não tenha o costume disso pois elas possuíam certo impacto ao serem lidas. 

“Primeiro eles o ignoram, depois riem de você, em seguida lutam com você, e então você ganha.”
“Faça alguma coisa! Qualquer coisa! Porque você inicia uma revolução, uma decisão de cada vez, toda vez que respira.”

“Não faça isso. Não vá para esse trabalho que você odeia. Faça algo de que goste hoje. Ande de montanha-russa. Nade pelado no mar. Vá para o aeroporto e pegue o próximo voo para qualquer lugar apenas por diversão. Gire um globo terrestre, pare-o com o dedo e, em seguida, planeje uma viagem para aquele lugar. Mesmo que seja no meio do oceano, você poderá ir de barco. Coma alguma comida exótica da qual nunca ouviu falar. Pare um estranho e peça a ele para lhe explicar em detalhes seus maiores medos, suas esperanças e aspirações secretas, e em seguida diga-lhe que você se importa. Porque ele é um ser humano. Sente-se na calçada e faça desenhos com giz colorido. Feche os olhos e tente ver o mundo com seu nariz - permita que o olfato seja a sua visão. Ponha o sono em dia. Ligue para um velho amigo que você não vê há anos. Arregace as pernas da calça e entre no mar. Assista a um filme estrangeiro. Alimente esquilos. Faça alguma coisa! Qualquer coisa! Porque você inicia uma revolução, uma decisão de cada vez, toda vez que respira. Só não volte para aquele lugar miserável para onde vai todos os dias. Mostre-me que é possível ser adulto e também ser feliz. Por favor. Este é um país livre. Você não precisa continuar fazendo isso caso não queira. Você pode fazer o que desejar. Ser quem quiser. (…)”
A escrita de Matthew Quick é deliciosa, você devora o livro em poucas horas. Uma narrativa realista e triste que te preenche de questionamentos: Por que um rapaz que cursa o Ensino Médio iria querer se matar? Por que ele tem de entregar presentes antes de pressionar o gatilho? Quais foram os motivos que o levaram a pensar em suicídio? E à medida que encontrava respostas, ficava comovida não apenas pelo protagonista, mas pelas pessoas ao seu redor. 

O final é ótimo, confesso que fiquei emocionada e chorando de madrugada com a obra de Q em meu colo. A humanidade, vulnerabilidade e realidade inseridas me conquistaram. Fiquei triste e um pouco pensativa, porque sei que esse era o objetivo do escritor quando decidiu explorar este assunto: Fazer com que pensássemos e talvez mudássemos um pouco nossas atitudes. 

Leia. É extraordinário de um forma diferente. Apenas... Leia. 

Country: Conheça alguns artistas

Sempre tenho o costume de ouvir uma ou duas vezes um artista novo que encontro no YouTube, no last.fm ou como trilha sonora de algum filme ou seriado. E sempre acabo gostando de alguns. Essa semana procurei mais artistas de country porque voltei a acompanhar Hart of Dixie e meio que me contagiei. 
  • Scott McCreery
Descobri esse cantor através de um episódio da série protagonizada por Rachel Bilson onde o McCreery faz a performance de The Trouble With Girls e após isso, eu procurei saber mais sobre ele. Scott passou a mostrar seu talento no programa American Idol da qual ele foi o vencedor na décima temporada, porém continua pouco conhecido no Brasil. A voz dele é ótima e vocês deveriam ouvi-lo!

  • The Band Perry 
Conheci essa The Band Perry após assistir um vídeo de um cover das personagens de Glee  em homenagem ao Cory Monteith e decidi ouvir a versão original onde fui direcionada para a página deles. E assim que ouvi suas outras músicas, fiquei encantada.


E vocês? Já conheciam ou ouviram falar deles?

Wishlist de filmes

Eu Não Faço a Menor Ideia do que eu Tô Fazendo Com a Minha Vida (Eu Não Faço a Menor Ideia do que eu Tô Fazendo Com a Minha Vida) - Poster / Capa / Cartaz
Clara (Clarice Falcão) não faz ideia do que fazer da sua vida e escolheu fazer medicina pelo simples fato de que toda sua família é formada por médicos. Não era o que ela queria, mas ela também não sabe se existe algo com o qual se identifique. Para se descobrir, ela inicia uma nova vida paralela sem contar para os pais ou namorado
Lembro que vi o trailer faz um tempo e fique encantadíssima pela ideia que o filme traria para as telas do cinema.

A obra dirigida por Matheus Souza traz uma jovem com dúvidas, incertezas e medos, sem contar com a música no trailer que faz você cantar junto e ficar com um sorriso bobo de identificação em alguns aspectos da protagonista.

Aliás, já que estou começando esse post com uma obra cinematográfica brasileira, é muito importante valorizarmos nossa cultura e deixarmos de torcer o nariz quando vimos aquele título em português e simplesmente não damos uma chance nem para sinopse. A bilheteria nacional anda crescendo e "Minha Mãe é uma Peça" é um grande exemplo disso.

The Spectacular Now (The Spectacular Now) - Poster / Capa / Cartaz
The Spectacular Now a vida de Sutter Keely, um adolescente alcoólatra que gosta de viver no momento e aproveitar a sua popularidade no colégio. Até o dia em que ele conhece Aimeegarota nerd, um desastre social, que talvez tenha uma coisa ou outra a ensinar a Sutter.
Descobri esse filme por acaso quando estava vendo a lista de trabalhos da atriz Shailene Woodley porque tinha acabado de ver o trailer de Divergente e encontrei The Spetacular Now e quando li a sinopse corri para achar ele em algum lugar, mas (in)felizmente parece que ele vai ser lançado nos cinemas, não sei a data e a única coisa que está no meu alcance nesse exato momento é fazer a wishlist e preenchê-la com a obra de James Ponsoldt nela.

TEN me lembra Um amor para recordar, filme baseado no livro de Nicholas Sparks, pelo motivo de uma garota "mudar" o cara que parece perdido na vida. Porém o que me faz realmente ter vontade de assistir Shailene e Miles Teller é porque sou fascinada em obras que abordam o tema escolhas ou vida, seja nela adulta, idosa ou adolescente como é nesse caso.

O filme acompanha a história de três amigos determinados a curtir sua solteirice, até que se apaixonam por três garotas e se veem naquele famoso dilema de '"onde será que esse lance vai parar?"
 Não sou uma fã dos filmes do ator Zac Efron, os que realmente gostei de High School Musical e 17 Again, mas That Awkward Moment parece ser bom e possui a atuação de Miles Teller, ator que atua no filme que citei acima e no remake de Footloose, e parece que faz o gênero de romance para ver despreocupado e com um balde de pipoca ao lado.

Review: Alfie, o sedutor

Alfie - O Sedutor (Alfie) - Poster / Capa / Cartaz
Alfie é um típico homem mulherengo, que pula de cama em cama com a facilidade com a qual troca de roupa, se envolvendo com diversas garotas e esquecendo seus nomes. Charmoso e arrogante, ele possui uma legião de conquistas em sua vida amorosa. Porém, quando uma das mulheres com quem se relaciona lhe diz que está grávida, ele passa a enfrentar dilemas morais sobre seu modo de vida. 
Assisti a esse filme pela Netflix, mas para falar a verdade, Alfie nunca esteve na minha categoria de "quero ver" no meu Filmow ou sequer em  minha mente pelo simples motivo de não gostar de Jude Law, o ator que protagoniza a obra, porém foi a sinopse vaga que me fez ter coragem, pegar um balde de pipoca e dar uma chance à atuação de Law.

Confesso que quando comecei o filme pensava em uma comédia que fosse me fazer rir pelo fato do protagonista interagir com o telespectador, falando no meio de cenas e expressando sua opinião sobre acontecimentos e situações à sua volta. Porém, a trama foi para seguiu um rumo totalmente diferente e, particularmente, criativo.


A personagem principal tem apenas um amigo da qual pode contar, uma opinião formada à respeito da vida e um calendário que diz qual é a palavra do dia, mas mal sabe ele que talvez sua arrogância e charme somente o prejudicaram e o fizeram não ter uma pessoa da qual se deitar ao lado da cama no final de um longo dia ou uma companhia fixa e confiável para celebrar os feriados. E é quando ele descobre que uma mulher está grávida, carregando seu filho, Alfred se dá conta disso. A partir desse momento, a obra se torna uma lição, uma reflexão. E então suas roupas que antes eram caras, bem passadas e elegantes são trocadas por casacos de lã e calças normais, suas divagações ficam mais intensa e verdadeiras fazendo que eu me identificasse com algumas delas (e passasse a admirar a atuação de Jude).

O filme aborda como tema escolhas, decisões. Um assunto comum e uma atitude simples que tomamos e tomaremos todos os dias pelo resto de nossas vidas. E Alfie é apenas o produto de várias delas, algumas que corretas e outras não de acordo seu ponto de vista. 

A trilha sonora e a fotografia coincidem com o que o protagonista está passando e suas divagações ficam cada vez melhores e o final é diferente dos outras obras cinematográficas. Alfie não se trata de um filme de romance e, sim, sobre a vida e em como ela pode te levar de acordo com suas resoluções.

Não preciso dizer mais nada, apenas assistam, assistam porque ele é simplesmente maravilhoso.

Teasers da temporada 3B de Teen Wolf


Teen Wolf - série que conta a vida de Scott Mcall, um garoto que se transforma em lobisomem depois de ser mordido por um Alfa - teve sua parte 3A encerrada em Agosto deste ano e no momento se encontra em hiatus e só retornará no dia 6 de Janeiro de 2014.

Os doze episódios primeiros desta terceira temporada foram eletrizantes, bem diferentes e mais trabalhados comparando com os anteriores, do início de Teen Wolf. E o "final" que segue a pausa da série foi ótimo, deixando uma enorme ansiosidade e várias dúvidas a respeito do destino que a season 3B tomará que, por sua vez, está fazendo com que eu esteja escrevendo este post pelo mesmo motivo. 

Nos últimos dias foram divulgados teasers estrelados cada um por uma personagem de Teen Wolf. 

Bom, os vídeos protagonizados por Stiles, Scott e Allison são confusos e repletos de suspense, o que deixa a impressão de que Jeff Davis, roteirista do seriado, pretende fazer com que a temporada de inverno de Teen Wolf possua um pouco de terror (o que me faz comparar com American Horror Story involuntariamente) ou pelo simples fato da presença da frase Lose Your Mind no final de cada teaser transmitir essa ideia.
Espero que a season 3B supere a 3A que, como eu já disse, foi ótima e faça com que TW traga mais audiência. Estou cheia de expectativas sobre o rumo que as personagens irão tomar e não sei ao certo se irei gostar ou não, porém o dia do retorno já se encontra marcado no meu calendário.
Mas e vocês? Estão ansiosos?

Dakota Fanning: Filmes Obrigatórios

SacatuladoB
Dakota Fanning é uma atriz fantástica, desde os filmes da época em que ela era apenas uma criança loirinha com dentes de leites até o dias atuais. Seus filmes são ótimos, ela transmite o que a personagem dela está sentindo na maioria de seus papéis. Particularmente, eu a admiro muito. E não poderia deixar de recomendar alguns filmes em que ela atua para vocês.
Agora é para sempre (Now is Good)
Tessa é uma adolescente de 17 anos apaixonada pela vida. Diagnosticada com uma doença terminal, ela decide fazer bom uso de cada momento fazendo uma lista de coisas que uma adolescente normal iria experimentar. Com a ajuda de uma amiga, ela começa a pôr em prática os itens da lista e, enquanto seus pais e seu irmão lidam com o medo de perdê-la de suas próprias maneiras, Tessa passa a explorar um mundo novo e viver cada dia o mais intensamente possível. No entremeio, a garota se apaixona por Adam, seu novo vizinho, item que não estava na lista mas que se prova a mais revigorante experiência de todas.

The Secret Life of Bees The_Secret_Life_of_Bees-8-Dakota_Fanning-Tristan_Wilds – The Cinema Source
A Vida Secreta das Abelhas (The Secret Life of Bees)
A história se passa nos anos 60, no Sul dos Estados Unidos, e conta a história da adolescente Lily Owens de 14 anos e a amiga Rosaleen que fogem da dura criação para descobrir o que aconteceu com a mãe de Lily. No caminho, elas conhecem três irmãs criadoras de abelhas que as conduzem por uma jornada inesquecível.

(9) uptown girls | Tumblr
Grande Menina, Pequena Mulher (Uptown Girls)
Molly é uma jovem mimada que vive da fortuna deixada por seu pai, um astro do rock já falecido. Após ter toda sua herança roubada pelo seu contador, ela é obrigada a deixar as regalias de lado e procurar emprego. Molly começa então a trabalhar como babá de Ray, uma precoce garota de 8 anos com quem passa a aprender muito sobre a vida.

Métrica

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Depois de tantas recomendações repetitivas e resenhas elogiando a obra de Colleen Hoover finalmente li Métrica!

Métrica relata a vida de Layken, ou melhor, Lake, uma garota que perdeu seu pai a cerca de seis meses que acaba se mudando junto com seu irmão mais novo e mãe para o Michigan em busca de uma nova vida e devido a falta inevitável de dinheiro com a morte inesperada de sua figura paterna. Quando a protagonista e sua família chegam ao seu destino, Lake conhece Will, o vizinho que mora em frente à sua casa e depois desse acontecimento passa a ocorrer um sentimento mútuo entre esses dois jovens que os fazem enfrentar obstáculos que surgem a partir dessa relação.

A personagem principal, Lake, é uma adolescente forte ou pelo menos tenta transmitir essa sua imagem para seu irmão e sua mãe, Julia. Porém a protagonista têm seus receios e saudades assim como qualquer pessoa que acabou de perder um ente querido. Ela desenvolve uma relação afetuosa muito rápida com Will assim como Kel desenvolve uma amizade instantânea de criança com o irmão dele e devido a isso Lake sempre os vê com frequência.

E é com o seu vizinho que ela conhece o Slam. Slam é como o sobrenatural de um livro, ou melhor, como vampiros, fantasmas e lobos nas obras literárias. Esse novo recurso revelado pela escritora é uma forma de poesia apresentada que é interpretada para o público presente no local e o que realmente importa na hora é a demonstração de sentimento nas palavras ditas pela pessoa no palco.

Posso dizer que adorei do livro e o fato de Colleen Hoover nos designa a banda chamada The Avett Brothers e em cada capítulo inicia a história com um trecho de algumas de suas músicas. Gostei também do modo como a autora desenvolveu o enredo, posso dizer que apenas discordo com alguns fotos como, por exemplo, o romance e rápido e algumas várias atitudes egoístas por parte da personagem principal que me irritaram, porém devo dizer que Lake amadurece no decorrer das páginas que em certo momento que isso passa ser notável. E não posso deixar de falar que em sua narrativas há diversos momentos e frases reflexivas marcantes.
“As pessoas vivem tomando decisões espontâneas com base no coração. Mas os relacionamentos têm a ver com muitas outras coisas, não só com amor.”
“Não dá para fugir para outra cidade, outro lugar, outro estado. A coisa de que a pessoa está fugindo, seja ela qual for, vai junto com ela. E fica com ela até a pessoa descobrir uma maneira de confrontá-la.”
O final é interessante, não cheguei a chorar, porém me emocionei porque de um jeito ou de outro, as atitudes adolescentes de Lake, o relacionamento com Kel e Will e o rumo que ela tomou fazem você se colocar no lugar dela e pensar um pouco sobre como você está lidando com a sua própria vida.

Recomendo e não posso deixar de dizer que espero que Pausa seja melhor ou ao menos tão bom quanto Métrica!

Primeiras Impressões: Scandal

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Scandal é um seriado transmitido pela emissora ABC que teve início dia 5 de abril do ano passado que tem como criadora e produtora executiva Shonda Rimes, a mesma que deu origem a Grey's Anatomy. 

A série relata a vida da ex-consultora de comunicações da presidência, Olivia Pope, que dedica sua vida a proteger a imagem pública da Elite da Nação e garantir que seus segredos nunca venham à tona. Após deixar a Casa Branca, ela abre sua própria empresa que é chamada de Pope & Associetes, na esperança de iniciar um novo capítulo em sua vida, tanto profissional quanto pessoal. Entretanto, ela parece não conseguir cortar completamente os laços com seu passado. Aos poucos se torna evidente que sua equipe, especializada em corrigir os erros dos outros, não é tão boa assim quando se trata de consertar suas próprias vidas.

Conheci Scandal através de seu comercial, coisa que não acontece muito comigo, quando passava pela sala e toda vez que o assistia, eu fazia uma nota mental: "Tenho que ver essa série, ela parece ser boa". Bom, de fato, ela é. 

O piloto me prendeu logo nos primeiros minutos com um diálogo rápido e quando me dei conta já estava admirando o elenco e enredo, assim como a fotografia do seriado. 

Olivia, a protagonista, possui uma atitude superior, fala com convicção e isso me fez lembrar um pouco de Sherlock Holmes e seu jeito arrogante, porém inteligente. E esse foi um dos fatores que fez com que eu gostasse dela de cara. Ela têm um passado clichê, na minha opinião, e que logo dá pra sacar o que aconteceu ou com quem ela se envolveu. Não posso reclamar, porque em nenhum momento se faz mistério em relação a isso. As outras personagens não ganham tanto foco no primeiro episódio, porém dá para saber uma ou duas características de cada uma. 

Seus colegas de trabalho, - Quinn, Harrison, Stephen, Abby e Huck - consideram Liv como uma heroína (essa seria a melhor palavra?) que os conserta e que sabe na maioria das vezes o que está fazendo. Porém mal sabem eles que sua companheira de equipe é mergulhada de problemas assim como eles. 

A única coisa que não me alegrou foi o modo como Pope se torna fraca em alguns momentos. Ok, ela não é um robô. É até legal o modo como ela mostra seus sentimentos e prova sua humanidade, mas o motivo pelo qual ela faz isso? É, esse eu não apreciei nem um pouco, porque pode levar para um rumo que talvez não satisfaça tanto assim o telespectador ou que simplesmente canse. 

O tema política é uma das estruturas da série, não adianta querer ver Scandal e querer fugir totalmente das palavras presidente, ministério e constituição, pois não vai adiantar. Aliás, para quem não gosta ou não é muito fã, não recomendo muito por causa disso. Mas posso dizer que estará deixando de lado uma excelente produção americana para trás. 

O que mais posso dizer? O seriado de Shonda Rimes investigação, a todo momento faz com você fique questionando possibilidades e situações junto com Olivia e os membros da Pope & Associetes, que como já disse, é uma personagem ótimo na pele de uma boa atriz, e, claro, romance. 
Enfim, veja e descubra a sua primeira impressão também!

Correr ou Morrer

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Como falei no post "O que li em Outubro", meu real motivo para querer comprar a obra de James Dashner foi porque o Dylan O'Brien seria Thomas, o protagonista do livro, na adaptação de Correr ou Morrer. E posso falar que não me decepcionei nem um pouco.

Correr ou Morrer relata a chegada de Thomas, um garoto que sequer recorda seu sobrenome, em um elevador escuro. Quando a caixa metálica chega no destino da qual foi programada, Thomas se encontra num lugar chamado Clareira que está ocupada por garotos, apenas garotos, que assim como ele não lembram nada de suas vidas antes deste acontecimento. O que a população do estranho local realmente sabe que é há um labirinto que os cercam e que suas portas abrem pela manhã e se fecham ao anoitecer. Porém Thomas, sem motivo aparente, começa a se tornar suspeito com os acontecimentos estranhos que passam a acontecer na Clareira e, principalmente, quando uma garota quase morta aparece no elevador com um alerta.

Thomas é uma personagem inteligente em um livro inteligente. Na grande maioria das vezes ele tenta fazer com que sua voz seja ouvida na comunidade de garotos, aliás, Chuck foi uns dos que realmente acreditaram nele, meio que hesitantemente, no início. Além disso, Thomas era curioso e tentava ao máximo obter respostas para suas perguntas, porém os garotos sabiam tanto quanto ele, o que era basicamente quase nada.

A obra de James Dashner faz com que o leitor pense, procure respostas e tente sobreviver juntos com Thomas e as outras personagens. Em vários momentos, eu me pegava falando "Esse labirinto é genial!", o que de fato é. E para deixar bem claro, li esse livro em apenas três dias porque a cada capítulo queria saber mais e mais sobre o rumo que os Clareanos tomariam.

O romance é uma coisa bem escassa no livro, o que foi a melhor opção, porque este primeiro volume trata do desespero da população da Clareira em encontrar a saída do Labirinto sem que criaturas chamadas Verdugos os matem, e um casalzinho declarando seu amor um pelo outro não cairia bem durante essa tensão que é descrita nas páginas.

O final é surpreendente e cruel, confesso que estou com um certo medo de que James leve a história para um outro lado que eu não sou muito fã, porém não posso deixar de falar do desfecho maravilhoso que com certeza deixa qualquer um sedento pelo próximo volume.

Não preciso falar mais nada a não ser: Leia. E imediatamente!

Meus 3 filmes de romance favoritos

Como vocês já sabem, eu adoro filmes, vario de gênero sempre que me interesso pela sinopse de algum, porém o drama foi e sempre será meu "queridinho" antes de qualquer escolha. Mas ultimamente tenho assistido diversos filmes de romance (ou de amorzinho com a Fani de Fazendo meu Filme diria) e alguns realmente se tornaram meus favoritos. E para o fim de semana frio e chuvoso, pelo menos aqui no Rio de Janeiro, nada melhor que assistir alguns deles.

Casa Comigo? (ou Leap Year)

Anna Brady  viaja para Dublin para pedir o namorado em casamento, no dia 29 de fevereiro de um ano bissexto. Segundo a tradição irlandesa, nesta data, o homem é obrigado a aceitar o pedido de casamento. Mas quando o tempo arruína sua viagem, ela precisa da ajuda de um grosseiro dono de hospedaria para iniciar uma inesperada travessia no país e fazer o pedido perfeito.


Te amarei para sempre (ou The Time Traveler’s Wife)

Clare esteve apaixonada sua vida toda por Henry. Ela acredita que estão destinado a ficarem juntos, apesar dela nunca saber quando vão ficar separados: Henry é um viajante no tempo amaldiçoado por uma rara anomalia genética que o faz viver sua vida navegando pelo tempo, pulando do passado para o futuro sem controle. Embora a condição de Henry os forçarem a ficarem separados sem aviso, sem nunca saber quando vão se reunir, Clare desesperadamente tenta construir uma vida com seu único verdadeiro amor.


Os Delírios de Consumo de Becky Bloom (ou Confessions of a Shopaholic)

Adaptação do romance de Sophie Kinsella, trata-se da história de Rebecca Bloomwood, uma jovem recém-formada na universidade, que arruma emprego como jornalista da área financeira em New York. O trabalho não é à toa, uma vez que a garota precisa nutrir seu vício em compras. No meio do caminho ela ainda se apaixona por um rico empresário.


Primeiras Impressões: Twisted




Já havia ouvido falar de Twisted desde o início do ano, mas nunca me interessei de verdade ou sequer fiquei ansiosa para o lançamento deste seriado, que ocorreu em Junho deste ano.

Twisted relata a vida de Danny Desai, um garoto de dezesseis anos de idade interpretado por Avan Jogia (Beck de Brilhante Victória) que acaba de retornar a sua antiga cidade depois de passar cinco anos no reformatório por ter matado sua própria tia. Esse acontecimento faz com que Desai tente se reaproximar de velhas amizades, Jo e Lacey, e ser julgado por seus colegas de classe da sua escola. E quando ocorre o assassinato de uma das melhores amigas de Lacey, Danny se torna o principal suspeito.

A personagem principal, Danny, faz o estilo de garoto misterioso-cheio-de-segredos que parece não ligar muito para a reputação de socio, como os seus colegas de classe o chamam, e a única coisa que parece realmente importar para ele é a reconquista da amizade de Jo e Lacey que, aliás, estavam presentes na hora de seu crime e por causa disso sofrem traumas até hoje. Lacey é o tipo de adolescente que era feia no Ensino Fundamental e se tornou a popular no Ensino Médio, já Jo, que antes era melhor amiga de Desai e Lacey, é deslocada que alega que teve a infância destruída a partir do momento que ocorreu o assassinato.

O piloto é legal, há momentos que despertaram minha genuína curiosidade como "Mas por que o Danny não conta o motivo disso tudo?"  ou "Por que que ele fez isso?", notei e parece que o seriado vai ter um drama e mistério (às vezes) (des)necessário. E em diversos momentos comparei Twisted com Pretty Little Liars sem motivo aparente.

Jo, que logo de cara pensei "vou gostar dessa garota", têm atitudes contraditórias como, por exemplo, defender o Danny na frente de toda a escola sendo foi totalmente culpa dele ela ter passado a frequentar um psicólogo com apenas onze ou doze anos de idade.

Uma coisa que eu não gostei foi o fato de a mãe do protagonista ser considerada uma das mais importante da cidade, é meio clichê e poderia ser melhor. 

Assisti até o segundo episódio da série e não tenho muita certeza se vou ou não acompanhá-la pelos seguintes motivos: o mistério não me prendeu por muito tempo, às vezes Lacey e Jo me irritavam e essa coisa do Danny sempre falar "não posso dizer porque matei ela porque você pode correr perigo e blá blá blá" é chata e desanima sendo que deveria ser o contrário. Porém há prós tanto quanto há contras, talvez as coisas boas te cativem ou talvez não.

Enfim, quem já viu os episódios ou acompanha a série, o que achou? E quem nunca viu, pretende assistir?

Livros que li em Outubro

Correr ou MorrerAo acordar dentro de um escuro elevador em movimento, a única coisa que Thomas consegue lembrar é de seu nome. Sua memória está completamente apagada. Mas ele não está sozinho.
Quando a caixa metálica chega a seu destino e as portas se abrem, ele se vê rodeado por garotos que o acolhem e o apresentam à Clareira, um espaço aberto cercado por muros gigantescos. Assim como Thomas, nenhum deles sabe como foi parar ali, nem por quê. Sabem apenas que todas as manhãs as portas de pedra do Labirinto que os cerca se abrem, e, à noite, se fecham. E que a cada trinta dias um novo garoto é entregue pelo elevador. Porém, um fato altera de forma radical a rotina do lugar - chega uma garota, a primeira enviada à Clareira. E mais surpreendente ainda é a mensagem que ela traz consigo.
Thomas será mais importante do que imagina, mas para isso terá de descobrir os sombrios segredos guardados em sua mente e correr, correr muito.
Decidi ler a obra de James Dashner depois que descobri que o Dylan O'Brien, Stiles de Teen Wolf, iria interpretar o protagonista do livro nos cinemas praticamente devorei Correr ou Morrer! Aliás, a adaptação têm previsão para ser lançada ano que vem.

A Esperança
Depois de sobreviver duas vezes à crueldade de uma arena projetada para destruí-la, Katniss acreditava que não precisaria mais lutar. Mas as regras do jogo mudaram: com a chegada dos rebeldes do lendário Distrito 13, enfim é possível organizar uma resistência. Começou a revolução. A coragem de Katniss nos jogos fez nascer a esperança em um país disposto a fazer de tudo para se livrar da opressão. E agora, contra a própria vontade, ela precisa assumir seu lugar como símbolo da causa rebelde. Ela precisa virar o Tordo. O sucesso da revolução dependerá de Katniss aceitar ou não essa responsabilidade. Será que vale a pena colocar sua família em risco novamente? Será que as vidas de Peeta e Gale serão os tributos exigidos nessa nova guerra?
 Terminei de ler A Esperança faz poucos dias, uma leitura totalmente arrastada. Discordei de muitas decisões que Suzanne Collins tomou... Enfim, em breve resenha!

Divergente
Numa Chicago futurista, a sociedade se divide em cinco facções – Abnegação, Amizade, Audácia, Franqueza e Erudição – e não pertencer a nenhuma facção é como ser invisível. Beatrice cresceu na Abnegação, mas o teste de aptidão por que passam todos os jovens aos 16 anos, numa grande cerimônia de iniciação que determina a que grupo querem se unir para passar o resto de suas vidas, revela que ela é, na verdade, uma divergente, não respondendo às simulações conforme o previsto.
A jovem deve então decidir entre ficar com sua família ou ser quem ela realmente é.
E acaba fazendo uma escolha que surpreende a todos, inclusive a ela mesma, e que terá desdobramentos sobre sua vida, seu coração e até mesmo sobre a sociedade supostamente ideal em que vive.
Não preciso mais elogiar Divergente depois da resenha que eu fiz dele, mas tenho que frisar que adorei. Apenas querendo Insurgente imediatamente.

E aí, quais foram os seus livros de Outubro?

A Probabilidade Estatística do Amor à Primeira Vista

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Meu interesse por querer ler A Probabilidade Estatística do Amor à Primeira Vista (que título gigante!) da autora Jennifer E. Smith começou quando eu vi a fofura da capa, que desperta um sentimento adolescente e prevê um romance leve.

A obra de Jennifer relata a ida de Hadley, uma garota que perde o vôo que a levaria para o casamento do pai na Inglaterra devido à quatro minutos de atraso. Hadley, que já se encontrava de má vontade para viajar para outro país, se vê presa no aeroporto de Nova York à espera de outro avião. No aeroporto, a protagonista conhece Oliver, um garoto britânico, e eles passam a conversar. À princípio, ela se sente meio intimidada por ele, mas logo passam a dialogar como se conhecessem a muito tempo.

Quando comecei a ler o livro, não consegui mais largá-lo, tanto é que o li em um dia, graças à narrativa maravilhosa da autora e o pouco número de páginas. No início, pensei que a história seria um clichê porque a sinopse transmitia essa ideia, mas foi bem diferente das minhas expectativas a leitura. 

A personagem principal não vê o pai a cerca de um ano e além disso ela possui alguns problemas mal resolvidos com ele, como o divórcio não muito bem aceito por ela e em como sua mãe parece estar bem com isso. A protagonista nem sequer conhece Charlotte, sua futura mulher. E em vários momentos no livro, Hadley pensa sobre isso. Já Oliver têm uma história um pouco diferente que quando é revelada, nos faz refletir e desperta emoção. A magia do livro é que tanto ambas as personagens possuem seus dramas para enfrentar ao longo das páginas. 

O romance não é o foco primordial, como já dá para se notar, e, sim, uma consequência, na minha opinião. Oliver e Hadley são apenas jovens que por sorte ou, talvez, azar, se encontraram e desenvolveram essa paixão. Aliás, fiquei muito satisfeita pelo fato da autora ter feito isso. A simplicidade, os diálogos não-profundidade da "relação" é diferente e ao mesmo tempo encantadora.

- Quando se chega ao final dos 52 anos - explica -, parece que foram apenas 52 minutos. - Ela inclina a cabeça para trás e engole a pílula - Da mesma maneira que quando você é jovem e está apaixonado, sete horas num avião pode parecer uma eternidade.

A autora fez um ótimo trabalho, não preciso nem mencionar o quanto eu gostei. Bem diferente, mas ao mesmo tempo tão... Ah! Um young-adult único que relata sobre problemas comuns entre adolescentes que faz qualquer um sorrir ao ler.

Enfim, espero que você saia correndo comprar A Probabilidade do Amor à Primeira Vista depois de ter lido minha resenha! 

Nova Parceria: SopaPop Web!



SopaPop Web é uma página no Facebook que fala sobre filmes e novidades sobre eles como os lançamentos de trailers, stills, sinopses e datas previstas. Lyslli, a dona da page, também possui um blog sobre o mesmo assunto.

Espero que vocês gostem dela e acessem sua page!

Séries que recomendo #7: F.R.I.E.N.D.S


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F.R.I.E.N.D.S é uma série/sitcom de comédia americana que acompanha a vida de cinco melhores amigos - Monica Geller, Ross Geller, Phoebe Buffay, Chandler Bing e Joey Tribbiani - que logo se tornam em um grupo de seis com a chega inesperada de Rachel Green e em como eles passam por situações cotidianas que qualquer um passaria com um humor inteligente e uma ironia indispensável.

Comecei a assistir o seriado na Netflix e confesso que me interessei ainda mais depois das recomendações intermináveis da minha mãe em relação ao programa.

Logo nos primeiros episódios simpatizei com as personagens. Todas possuem uma característica diferente e marcante e é praticamente impossível não gostar de alguém do grupo. Os episódios são tão gostosos de se assistir que quando você vê, já está totalmente viciada(o) e amando cada vez mais os fregueses frequentes do Central Perk.

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A série tem um humor inteligente e incontáveis vezes me deixou com crises de riso não importava o ânimo que eu estivesse. Mas além disso, ficava encantada ao ver a amizade forte que Chandler, Monica, Rachel, Ross, Joey e Phoebe possuiam. Eles passaram por vários acontecimentos que poderiam abalar esse relacionamento, mas sempre a amizade prevalecia. E em como eles haviam momentos sérios com citações memoráveis.

Cada temporada se mostrou melhor que a outra, sempre se superando e aumentando o volume das minhas gargalhadas. E quando terminei a décima e última temporada da jornada desse seis amigos, senti e ainda sinto um vazio enorme, como se eu fosse a sétima integrante e estivesse junto com eles me despedindo.

Posso dizer que este seriado é obrigatório para todas as pessoas. Há comédia e um pouco de drama. Aliás, cativa qualquer pessoa que goste até de outros gêneros. Recomendo e muito!

Trilha Sonora de Cidade do Fogo Celestial

Cassandra Clare divulgou no seu tumblr a trilha sonora de seu sexto e último volume da saga dos Instrumentos Mortais.

No tumblr, ela diz que ouviu essas músicas repetidas vezes ao redigir o primeiro rascunho do livro e em homenagem a essa fato, decidiu postar a trilha sonora que, para ela, possui algum tipo de ligação com a história.
 Algumas músicas são de cortar o coração e outras me fazem pensar no rumo final que a autora deu para as personagens. Perguntas como "Será que eles vão ficar juntos?" "O final vai ser épico?" "Quantos vão morrer?" estão preenchendo minha mente nesse exato momento. A Cassandra deu algumas "dicas" sobre este volume em seu twitter, o que possivelmente vai acontecer e outras coisas relacionadas à Cidade do Fogo Celestial. 

Bom, espero que vocês estejam cheios de dúvidas sobre esse volume e com um certo vazio ao perceber que terão de dizer adeus para o Jace, Clary, Magnus e outras personagens. Estou ansiosa, mas ao mesmo tempo nem tanto. E vocês?

Stuck In Love

Esta comédia dramática apresenta um escritor de sucesso (Greg Kinnear) que se torna cada vez mais obcecado por sua ex-esposa (Jennifer Connelly), a ponto de criar problemas em sua nova família. Sam (Lily Collins) e Rusty (Nat Wolff) enfrentam dificuldades em suas vidas assim como seu pai. A filha mais velha é promíscua e está prestes a lançar seu livro e no meio deste acontecimento, conhece Lou, garoto do qual ela desperta uma paixão que não é de seu fetio. O caçula, que em meio à separação, descobre seu primeiro amor com uma garota problemática na pele de Liana Liberato.
Esse filme, de longe, é um dos meus favoritos, apesar de eu ser muito suspeita para falar a respeito do mesmo porque admiro o trabalho da maioria dos atores que protagonizaram Stuck in Love
Antes de começar a assistí-lo, eu esperava um romance leve, devido ao fato de Lily Collins e Logan Lerman formarem um casal na trama e outros fatores. Mas me deparei com um filme dramático, como diz a sinopse, e que me fez refletir. 

O filme retrata a história de uma família que carrega sequelas de uma separação. Sam culpa a mãe toda vez que olha para o sofrimento do pai e decide que se apaixonar é esperar por alguém que nunca virá, então é melhor nunca conhecer esse sentimento. Ela é uma garota que parece ser segura de si, procura relacionamentos de uma noite e evita que os garotos saibam mais do que o necessário sobre ela, mas isso tudo é uma forma de evitar maiores ferimentos emocionais. Rusty pretende começar a escrever e é fã de Stephen King. O irmão mais velho de Samantha se apaixona por Kate, uma garota de aparência frágil e complexa que faz com que Rusty cresça ao seu lado. 

Timeline Photos | via Facebook

A trama aborda temas delicados (adolescência, separação, alcoolismo) de um modo simples, mas ao mesmo tempo agressivo. De modo que todas as personagens da obra cinematográfica possuem problemas e procuram resolvê-los ou ao menos suportá-los. Sem mencionar uma trilha sonora maravilhosa, repleta de músicas que coincidem perfeitamente com as cenas. E com os momentos rápidos de reflexões das personagens. 
"If being in love means setting a place at the table for someone who’s never coming home, I think I’ll pass." - Samantha Borgens
“I could hear my heart beating. I could hear everyone’s heart. I could hear the human noise we sat there making, not one of us moving, not even when the room went dark.” - William Borgens

Já pode ir correndo assistir esse filme! Vale muito a pena! 

National Novel Writing Month


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National Novel Writing Month, ou como é mais conhecido, NaNoWriMo é um evento que consiste fazer com que você consiga construir um romance em 30 dias, sendo que o ato da escrita tem que ser diário e possuir determinado número de palavras, em torno de 1.666, para ser mais exata.

NaNoWriMo serve para aspirantes a escritores, ou seja, pessoas que sonham ser escritores mas na maioria das vezes se desanimam ou pensam que não vão conseguir devido ao perfeccionismo e, sim, a preguiça de sentar, pensar e redigir a história. Ele fornece, para quem está disposto, a disciplina para escrever, a oportunidade de colocar no "papel" uma narrativa que você sempre teve vontade de começar e uma meta: 50 mil palavras no final do mês de Novembro. 

A maratona é bastante conhecida entre os blogueiros e grande parte deles fornecem dicas, contam como foi a experiência e como conseguiram finalizar o desafio superando seus medos em relação à escrita.

Conversa Cult - Dicas sobre a maratona 
Clube de Escrita - Conversa sobre o NaNoWriMo
Dia de Folga - Dicas e comentários sobre o evento
Nem um Pouco Épico - FAQ sobre o National Novel Writing Month  
NaNoWriMo - Site oficial para se inscrever  (você pode escrever em português)
Estou pensando na ideia de participar, mas não tenho muita certeza. Falta apenas dias para começar e me encontro nervosa e pensando: "Será que vou ter tempo?". Mas e você? Pretende participar? Comente! 

O Verão que Mudou Minha Vida


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Já até havia cogitado a ideia de comprar este livro e lê-lo porque ele me transmite, pela capa, a ideia de um romance suave como Anna e o Beijo Francês e/ou Lola e o Garoto da Cada ao Lado. Porém o li em formato PDF, coisa que não gosto muito, mas não me arrependo.

A vida de Belly é medida em férias de verão. Para ela, todas as coisas boas só acontecem entre os meses de junho e agosto, quando está na casa de praia junto a Susannah, única e melhor amiga de sua mãe e uma espécie de tia, e seus dois filhos, Jeremiah e Conrad. Mais do que irmãos postiços e companheiros de férias, os filhos de Susannah tornaram-se o centro das suas emoções. A véspera do aniversário de 16 anos de Belly marca também o fim daquele que parece ser o último verão onde estarão todos reunidos em Cousins Beach. A partir do ano seguinte todos estarão ocupados demais e talvez algum deles já nem esteja mais entre eles...

O livro é repleto de flashbacks da infância de Belly, Jeremiah, Conrad e Steven que eram intercalados com os capítulos que se passavam no presente. E o ler o Verão que Mudou Minha Vida, eu conseguia sentir a brisa do mar através da narrativa, apesar de não gostar de verão, isso me cativou.

Como já disse, esperava um romance no nível do livro da autora Stephanie Perkins, porém ao ler, me deparei com algo um pouco diferente. 

Belly, como protagonista e também narradora, nos esclarece que sempre pertenceu ao Conrad. No início, cheguei a pensar que iria me identificar com ela, pois o livro retrata a adolescência e o desenrolar de paixões, ou seja, um romance leve para direcionado para minha faixa etária, só que ao longo da história me deparei com uma personagem infantil que, ironicamente, detestava ser tratada como uma criança quando estava com um dos meninos.

Jeremiah ganhou minha simpatia com seu jeito meigo e sincero e na maioria das vezes me pegava torcendo para que ele e a protagonista se tornassem o casal principal. Já Conrad é o oposto do irmão, em grande parte da história ele agia de modo estranho, ocultava seus sentimentos e falava poucas palavras, o que chegou a me irritar em determinando momento e confesso que demorei um tempo para perceber o porquê da Belly ter se apaixonado por ele e não pelo seu irmão.

A história estava indo maravilhosamente bem, até tomar certo rumo que eu não gostei. Belly tomou atitudes e decisões que me deixaram "ok, você sempre quis isso, mas não vai valer a pena no próximo volume, anota aí o que eu estou te dizendo" e posso até justificar isso pelo fato de não ter gostado de Conrad e o modo em como ele a tratava. 

Apesar de todo esses prós e contras sobre o livro de Jenny Han, eu praticamente o devorei, foram apenas dois dias de leitura e expectativas à mil sobre o final, o que sucedeu ao o que vocês já sabem. Mas recomendo para quem gosta de verão, romance e indecisões amorosas.