Stuck In Love

Esta comédia dramática apresenta um escritor de sucesso (Greg Kinnear) que se torna cada vez mais obcecado por sua ex-esposa (Jennifer Connelly), a ponto de criar problemas em sua nova família. Sam (Lily Collins) e Rusty (Nat Wolff) enfrentam dificuldades em suas vidas assim como seu pai. A filha mais velha é promíscua e está prestes a lançar seu livro e no meio deste acontecimento, conhece Lou, garoto do qual ela desperta uma paixão que não é de seu fetio. O caçula, que em meio à separação, descobre seu primeiro amor com uma garota problemática na pele de Liana Liberato.
Esse filme, de longe, é um dos meus favoritos, apesar de eu ser muito suspeita para falar a respeito do mesmo porque admiro o trabalho da maioria dos atores que protagonizaram Stuck in Love
Antes de começar a assistí-lo, eu esperava um romance leve, devido ao fato de Lily Collins e Logan Lerman formarem um casal na trama e outros fatores. Mas me deparei com um filme dramático, como diz a sinopse, e que me fez refletir. 

O filme retrata a história de uma família que carrega sequelas de uma separação. Sam culpa a mãe toda vez que olha para o sofrimento do pai e decide que se apaixonar é esperar por alguém que nunca virá, então é melhor nunca conhecer esse sentimento. Ela é uma garota que parece ser segura de si, procura relacionamentos de uma noite e evita que os garotos saibam mais do que o necessário sobre ela, mas isso tudo é uma forma de evitar maiores ferimentos emocionais. Rusty pretende começar a escrever e é fã de Stephen King. O irmão mais velho de Samantha se apaixona por Kate, uma garota de aparência frágil e complexa que faz com que Rusty cresça ao seu lado. 

Timeline Photos | via Facebook

A trama aborda temas delicados (adolescência, separação, alcoolismo) de um modo simples, mas ao mesmo tempo agressivo. De modo que todas as personagens da obra cinematográfica possuem problemas e procuram resolvê-los ou ao menos suportá-los. Sem mencionar uma trilha sonora maravilhosa, repleta de músicas que coincidem perfeitamente com as cenas. E com os momentos rápidos de reflexões das personagens. 
"If being in love means setting a place at the table for someone who’s never coming home, I think I’ll pass." - Samantha Borgens
“I could hear my heart beating. I could hear everyone’s heart. I could hear the human noise we sat there making, not one of us moving, not even when the room went dark.” - William Borgens

Já pode ir correndo assistir esse filme! Vale muito a pena! 

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