Filmes que recomendo #2: Vivendo na Eternidade

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Sempre vi o "cartaz" desse filme no Netflix e parava para ler a sinopse dele e em todas as vezes, pensava: "Ah, filme que se passa em outra época é chato, vou deixar para ver quando eu estiver com paciência" e sim, essa é a minha desculpa por ter demorado tanto tempo para assistir. 

Bom, Vivendo na Eternidade ou Tuck Everlasting (uma breve pausa para comparar o título brasileiro com o título original e reparar que não tem nada a ver) se passa na 2ª década do século XX, onde Winnie (Alexis Bledel), uma garota que não pode ultrapassar o portão de sua casa e nem se misturar com outras pessoas, pois seus pais ricos não permitem, conhece Jesse Tuck (Jonathan Jackson) após fugir de casa e se deparar com ele no bosque. No início, o irmão mais novo da família é grosseiro e tenta intimidar Winnie até que o seu irmão mais velho, Miles (Scott Bairstow) a captura e a leva para casa da família Tuck. A protagonista passa a conhecer e conviver com a mãe e o pai dos irmãos (William HurtSissy Spacek, respectivamente) e depois da desconfiança e a vontade de retornar para casa, Winnie descobre a sensação de liberdade que seus pais a privavam. 

O filme é baseado no livro de Natalie Babbit e pertence ao gênero de fantasia e drama.

Adorei e achei perfeito (e favoritei no Filmow...), pois fala em como as pessoas temem a morte e dariam tudo para viver mais independente das condições e em como também é importante o ser humano ter o ciclo de nascimento - crescimento - idade adulta e média - morte. Isso me tocou muito e o par romântico não me enjoo, o amor entre os dois foi, na verdade, uma porta para todos esses questionamentos no decorrer das história. 

Há várias diálogos inteligentes e reflexivos durante o filme e acho que o ator William Hurt devia ganhar um prêmio. 

"Don't be afraid of death, Winnie. Be afraid of the unlived life. You don't have to live forever, you just have to live." 


Traduzido: "Não tenha medo da morte, tenha medo de uma vida mal vivida. Você não tem que viver para sempre, só tem que viver."

A obra é bem inocente e simples da qual faz você ver os créditos rolando desolada e com milhões de coisas para pensar à respeito. 

"She did not have to live forever. Just live. And that's what she did."

Traduzido: "Ela não precisava viver para sempre. Apenas viver. E foi o que ela fez."

Um comentário:

  1. Sou louca por esse filme! É lindo e simples, com uma mensagem maravilhosa. Pena que não achei o livro até hoje! :)

    ssentrelivros.blogspot.com.br

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