Assistir a certos filmes que não estão presentes nos principais sites de cinemas ou até mesmo nunca foram para suas grandes telas é semelhante a uma aventura. Pouca gente, de fato, já contemplou suas cenas ou outras simplesmente nunca ouviram falar sobre e nem faz ideia dos nomes pertencentes ao elenco e só resta você, em frente à tela do computador ou televisão, com uma certa insegurança acompanhada uma feição de interrogação prestes a embarcar em um história que a única evidência de ser possivelmente boa é através da sinopse (e convenhamos, algumas mentem).
E é por isso que listei alguns filmes que não são considerados um Titanic ou Dirty Dancing da vida, mas que podem te fazer sorrir e até mesmo chorar durante a aventura desconhecida que, caí entre nós, você vai ficar curioso em desfrutar.
Eu sem você ou Me Without You clique aqui para assistir ao trailer
Como principais personagens, Michelle Williams e Anna Friel atuam Holly - amante de livros, com pais protetores e notas razoáveis - e Marina - resumida em drogas, instabilidade e auto-destrução - na década de 70. Ainda pequenas, as duas fazem um pacto de amizade que perdura por anos, mas que vai se desgastando com à medida que os calendários são trocados e mostra como tal laço pode ser tornar um empecilho na vida de ambas.
É um filme para odiar e amar, vou logo dizendo. Não sei ao certo qual sentimento você irá ter com o rolar dos créditos, porém, só pelo falo de sair do clichê sobre "vamos ser melhores amigas para sempre" além daquele sotaque britânico já vale os minutos gastos.
Estrelado por Hugh Dancy (o mocinho de Os Delírios de Consumo de Becky Bloom) e Rose Byrne (A rival da melhor amiga da noiva em Missão Madrinha de Casamento), Adam relata o cotidiano de um jovem que possui a Síndrome de Asperger que vive em seu próprio mundo e possui dificuldade de se relacionar com as pessoas ao seu redor, até que se esforça para conhecer Beth e com sua ajuda, ele descobre e evolui ao seu lado.
A sinopse parece ter sido retirada de um dos livros do Nicholas Sparks, entretanto - como eu já disse - ela engana. O filme não tenta mostrar para o telespectador uma imagem apenas romântica e "juntos, nós vamos superá-la" da doença, mas a sua forma mais próxima da realidade com sensibilidade e profundo se você ler suas entrelinhas.
Cashback clique para assistir ao trailer
Após terminar com Suzy, o estudante Ben Willis simplesmente não consegue ter uma noite de sono completa depois de comprovar o fato dela ter o esquecido num piscar de olhos. Sua insônia, estado que o faz viver seus dias meio acordado e meio dormindo, o leva a trabalhar num supermercado no turno da noite. O local que não há nada de especial mostra a arte para o protagonista assim como as personagem que a ajudam em sua construção, ele imagina que é capaz de congelar o tempo enquanto passa a observar as pessoas ao seu redor.
Só pelo fato de ter término, algo presente/constante na realidade, arte e o congelamento do tempo não pensei duas vezes antes de começar a assistir. É ótimo.
Na Natureza Selvagem ou Into the Wild clique para assistir ao trailer
Início da década de 90. Christopher McCandless (Emile Hirsch) é um jovem recém-formado, que decide viajar sem rumo pelos Estados Unidos em busca da liberdade. Durante sua jornada pela Dakota do Sul, Arizona e Califórnia ele conhece pessoas que mudam sua vida, assim como sua presença também modifica as delas. Até que, após 2 anos na estrada, Christopher decide fazer a maior das viagens e partir rumo ao Alasca.
Não tenho palavras para descrever o trabalho dirigida por Sean Penn e composta pela trilha sonora deliciosa com a voz do vocalista do Pearl Jam, é... Incrível. Obra que deveria ser considerada obrigatória para todas as pessoas. O filme trata sobre o autoconhecimento, influência, sociedade e um protagonista que tem uma opinião sobre ela que qualquer um se vê boquiaberto ao acompanhar. É maravilhoso.
Cinco pela Cura ou Five clique para assistir ao trailer
Com a direção de atrizes conhecidas, o filme é composto por cinco curta-metragens que tem como assunto principal o Câncer de Mama e mostra desde o momento do diagnóstico, através de um de histórias interligadas que usa o humor e drama para focar no efeito desta doença e as diferentes etapas de diagnóstico nos relacionamentos e da forma que as mulheres entendem a si mesmas, enquanto buscam conforto, força, descobertas médicas e, finalmente, uma cura.
Não vou gastar palavras descrevendo o que senti ao acompanhar cada história, cada pessoa e cada vida no decorrer de aproximadamente 90 minutos. Deixarei para que você me conte o que achou.
Nossa, vc tem razão, pelo que contou dos filmes são obras que fogem totalmente do cliche, adorei cada indicação, espero poder assistir todos e ter minha propria opinião :D
ResponderExcluirhttp://pequenamiia.blogspot.com.br/
Nossaa!!! Nunca assisti nenhum dos filmes que vc indicou, parecem ser bons. Vou assistir e depois venho aqui te contar. Lindo seu blog e já estou seguindo. Bjss
ResponderExcluirhttp://livrosemarshmallows.blogspot.com.br/